Desde a saída do ‘Messi Bicolor’, ficou evidente a falta que o camisa dez fazia ao Papão. Na defesa, a equipe continuou a levar uma chuva de gols por partida, mas o ataque não foi tão efetivo como antes. O ‘animal’ Rafael Oliveira, que havia marcado 19 gols no primeiro turno, marcou apenas três no segundo e perdeu, inclusive, a artilharia do certame para Leandro Cearense, do Cametá. O atacante Mendes foi outro que caiu de produção, sendo incluído na recente - e extensa - lista de dispensa do clube. Para muitos torcedores, se o ‘garçom’ estivesse em campo na final contra o Independente, o tricampeonato seria moleza.
Eis que, de forma repentina, a diretoria bicolor surpreendeu a todos na semana passada com a repatriação do habilidoso meia Thiago Potiguar, que não acabou não se adaptando no futebol chinês - Henan Jianye-CHI, mesmo time do ex-flamenguista Obina - e acabou retornando à capital paraense. Segundo o presidente Luiz Omar Pinheiro, o jogador chega a Belém amanhã (5), e se integrará ao elenco em Barcarena, onde a equipe faz pré-temporada. (Diário do Pará)
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Tem que mimar essa galera!
Na primeira metade dos anos 2000, o torcedor bicolor tinha vários motivos para sorrir e lotar a Curuzu ou o Mangueirão: com bons times, o Papão fazia história no cenário nacional. Foi neste período que o alviceleste se consolidou como o maior detentor de títulos da região Norte do Brasil, sendo o ponto de partida dos ‘anos dourados’ a conquista do bicampeonato brasileiro da Série B, em 2001. Como se não bastasse o feito, o time ganhou a Copa dos Campeões, que reunia os vencedores de torneios regionais do Brasil e disputou a Libertadores. (...)
Oposição está de olho e faz considerações
Ubirajara Lima, um dos líderes da chapa de oposição ‘Novos Rumos’, derrotada nas últimas eleições do clube, em dezembro passado, comentou sobre as novas contratações feitas pela atual diretoria. “Quando era o Sérgio Cosme, a diretoria era quem contratava, e ele aceitava tudo o que lhe mandavam. O Fernandes parece ser um cara sério, de trabalho, e tem chance dessas contratações darem certo”, acredita Lima, acrescentando várias ressalvas logo em seguida. “O problema é que ou a diretoria impede o treinador de fazer o seu trabalho como achar melhor (Cosme), ou ‘libera tudo’ e sai contratando ‘adoidado’, como agora. Não pode ser assim. Para o presidente (Luiz Omar) tudo é uma aposta, no estilo oito ou oitenta”, frisou. (...)
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