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Entrevista: Adriano já passou por 8 clubes no Pará

O “Paredão” Adriano, que completa 36 anos em setembro, fala que está feliz. Vai jogar no Independente, de Tucuruí, acreditando no acesso do grupo para a Série C. É o oitavo clube paraense na sua carreira. Confira um bate-papo. Bola – Qual é a tua expecta

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O “Paredão” Adriano, que completa 36 anos em setembro, fala que está feliz. Vai jogar no Independente, de Tucuruí, acreditando no acesso do grupo para a Série C. É o oitavo clube paraense na sua carreira. Confira um bate-papo.

Bola – Qual é a tua expectativa para a estreia do Independente no Campeonato Brasileiro e até onde achas que essa equipe pode chegar?
Adriano – Estou nas melhores expectativas. Vamos enfrentar a equipe do Trem-AP, não vai ser um jogo fácil, mas temos uma boa equipe, equipe entrosada, com isso eu acho que dá para a gente começar com o pé direito na competição. E eu, como outros que chegamos agora, viemos para somar nessa boa equipe e temos tudo para conseguir o acesso à Série C.

Bola – Levando em consideração esse ano de 2011, quando você começou o campeonato na Tuna Luso, onde a equipe não se saiu bem. A sua ida para Tucuruí, jogar no Independente, você considera como uma tentativa de dar a volta por cima?
Adriano – Com certeza, o futebol é feito de resultado, e para ter resultado o clube precisa cuidar de seus atletas, assim como o Independente tem os salários em dia, paga a premiação, e a equipe da Tuna não conseguiu cumprir com isso. Infelizmente, não foi uma boa temporada, não foi um bom primeiro semestre. Isso faz parte do passado, agora é levantar a cabeça e procurar dar o melhor e passar um pouco da minha experiência para a equipe e alcançar o objetivo da equipe, que é o acesso.

Bola – Falando um pouco sobre sua passagem pelo Clube do Remo. Como você vê a sua relação como o clube, ainda se considera ídolo no clube?

Adriano – Sim. Eu tenho que agradecer essa torcida maravilhosa, sempre me apoiou, sempre esteve ao meu lado nos momentos bons e ruins. Nesse ano, torcedores azulinos pediam a minha volta para participar do paraense, mas não deu. Tem um diretor lá que decidiu me afastar do clube. E espero um dia poder voltar para o Remo, para essa torcida que me deu o apelido de “Paredão” . (Diário do Pará)

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