Com pinta de Bad Boy, o atacante Diogo Galvão desembarcou no aeroporto internacional de Belém na manhã de ontem (27). Com óculos escuros, foi recepcionado por alguns membros da diretoria bicolor, que mais uma vez foram buscar um jogador – foram 16 contratações para a Série C.
Com a lesão de Heliton (coxa direita) e a fase irregular de Rafael Oliveira, a escalação imediata do reforço na próxima partida, dia 7 de agosto, contra o Águia, no Mangueirão, seria quase uma necessidade. Seria, porque Galvão não joga uma partida oficial há quatro meses e, nos últimos tempos, sequer treinava com bola no Goiás – foi afastado por deficiência técnica. “Estou parado há um tempo, não assino uma súmula há quatro meses. Tem que ser sincero, vai demorar um pouquinho pra eu voltar a jogar”, disse o atacante.
“A responsabilidade é grande, se eu aceitei jogar num clube da grandeza do Paysandu, é pra ajudar a tirá-lo da incômoda situação (Série C) em que se encontra. Vim pra cá porque o Paysandu é time grande”, afirmou o atleta, continuando. “Gostei do projeto que me foi repassado pela diretoria, que tem como destino a Série A daqui alguns anos”.
Apesar de pouco conhecido no cenário nacional, Diogo Galvão tem como principal característica, como o próprio definiu ao BOLA, o faro de gol, pelo qual foi artilheiro por três vezes do Campeonato Mato-Grossense (2003,2004 e 2008, pelo União Rondonópolis), e do Goianão, ano passado, atuando pelo Trindade. “Sempre que me perguntam sobre minhas características, me baseio em somente um fato, que é marcar gols. É isso que eu sei fazer”, pontuou. (Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar