Agosto de 2010. A primeira convocação de Paulo Henrique Ganso para a seleção brasileira no amistoso contra os Estados Unidos foi comemorada por todos os paraenses, além dos amantes do bom futebol. Fazia doze anos que nenhum jogador do Estado pintava no escrete canarinho. E no dia 28 de setembro deve acontecer mais um registro histórico: o primeiro encontro entre Ganso, vestindo a camisa da seleção, com seus conterrâneos, na disputa da Copa Roca entre Brasil e Argentina, no Mangueirão.
A presença de Paulo Henrique na convocação do técnico Mano Menezes já é dada por muitos como certa. Considerado o maestro da equipe nacional, embora tenha sido deixado na reserva no último jogo, contra a Alemanha, muitos avaliam Ganso como um autêntico herdeiro da camisa 10, que um dia pertenceu a Pelé, o melhor jogador da história do futebol mundial.
Motivos para se orgulhar do morador ilustre da terra não faltam. O povo paraense, apaixonado como é por futebol, se dá ao luxo de ver pela 14ª vez um jogador daqui atingir o status da seleção brasileira. Um grupo seleto e excepcional. Antes de Ganso, os ex-jogadores Abelardo, Mimi Sodré, Pamplona, Santana, Ivan Mariz, Vevé, Octávio Moraes, Zé Maria, Quarentinha, Sócrates, Paulo Vitor, Charles Guerreiro e Giovanni, representaram o Pará em um dos maiores símbolos do país: a sua seleção de futebol.
E ver isso de perto, ao vivo, deve ser uma sensação indescritível. O Mangueirão, gigante que acolhe as imensas torcidas de Remo e Paysandu, deve ficar pequeno para a ocasião... Leia mais no Diário do Pará.
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