Sem amistosos agendados para o próximo fim de semana, as partidas do Campeonato Paraense sub-20 continuam servindo de alento para evitar que o Remo fique parado. Depois de atropelar o Vila Ricapor 9 x 1, é a vez do Leãozinho enfrentar o Independente, sábado, às 9h30 da manhã no Baenão.
Por isso mesmo, o cronograma de atividades semanais do Leão, mesmo sujeito a alterações, já está fechado e os jogadores continuam suando a camisa. Sendo lembrado pelos jogadores como principal vantagem em cima do Vila Rica, os treinamentos físicos continuam com lugar cativo na programação semanal do Remo: pelo menos quatro períodos dessa semana, entre treinos físico/técnicos e de musculação na academia, continuam focados em condicionar a garotada a chegar ao seu ideal.
“Assim como todos por aqui, venho trabalhando bem a parte física e técnica para chegar à melhor forma”, afirmou o atacante Zé Inácio, que contribuiu com um gol na goleada contra Cachorro Doido da Pedreira. “Fui feliz no lance. Atacante tem que ter faro de gol mesmo”, recomenda o jovem, que já caminha para o quarto ano de Clube do Remo. Outro que concordou com a vantagem extra do time azulino foi o lateral-direito Gleisson. “Isso tá sendo bom para nos darmos bem. Chegamos forte fisicamente contra os adversários nos amistosos”, pontuou o garoto que foi um dos que mais abusaram tanto da força física como da velocidade contra o Vila Rica.
MEMÓRIA
O vice-presidente do Remo, Hamilton Gualberto, anunciou que irá fazer um memorial do Leão azul no Baenão. A ideia é criar um espaço no próprio estádio, com fotografias de ex-jogadores que marcaram seus nomes na história do clube.
A falta de dinheiro sempre prejudica
Com término da primeira fase do Campeonato Brasileiro série C e D, possivelmente, contratações devem ser anunciadas pela diretoria do Remo até o próxima dia 30 de setembro. A própria comissão técnica já afirmou que o Clube do Remo já possui nomes agendados.
São Raimundo e Águia, eliminados dos campeonatos brasileiros, possuem vários jogadores regionais que poderiam se encaixar no perfil desejado pela comissão técnica. A questão financeira pode atrapalhar a diretoria, que constantemente paga os salários dos funcionários com atrasos, além de estipular o teto salarial de no máximo R$ 3 mil. “Isso (salários atrasados) estão fazendo parte do nosso dia a dia”, contou Sérgio Cabeça, presidente do clube. (Diário do Pará)
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