plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 24°
cotação atual R$


home
ESPORTE PARÁ

Superclássico: vendedores reclamam da organização

Os vendedores e ambulantes que trabalham nas dependências do Estádio Olímpico do Pará protestaram na tarde desta terça-feira (20) contra a decisão que os impede de comercializar seus próprios produtos no dia do Superclássico das Américas, no próximo dia 2

twitter Google News

Os vendedores e ambulantes que trabalham nas dependências do Estádio Olímpico do Pará protestaram na tarde desta terça-feira (20) contra a decisão que os impede de comercializar seus próprios produtos no dia do Superclássico das Américas, no próximo dia 28, entre Brasil e Argentina.

Em reunião com a direção do estádio, os vendedores foram avisados que só poderão vender dentro do Estádio os produtos comprados diretamente da empresa organizadora do jogo, a Klefer Marketing Esportivo, ou deveriam se integrar aos comerciantes da área externa do Mangueirão, na praça de alimentação que será organizada no estacionamento do Estádio Olímpico.

A decisão irritou os vendedores, que alegam ter sido prejudicados pela decisão, anunciada a oito dias da partida. Além de não ter sido consultados, muitos comerciantes já se programavam para o clássico adquirindo produtos para vender. "Trabalhamos aqui todo esse tempo e agora vamos ficar no prejuízo" conta Moacir Moraes, que trabalha há mais de 20 anos no estádio.

Com mais de 200 membros, a associação dos vendedores que trabalham no Estádio Olímpico existe há cerca de 12 anos e nunca teve problemas em trabalhar no dias de jogos, nem nas partidas da seleção no estádio, como conta Laura Ferreira: "trabalho aqui desde a pré-inauguração do estádio, no jogo entre Remo e Operário, nunca fomos impedidos de vender nossos produtos."

O diretor do estádio, Saulo Aflalo, conversou com os vendedores e tentou contornar a situação: "a reivindicação é natural, eles querem fazer as mesmas vendas que fazem em outros jogos, mas a empresa (organizadora do clássico) tem a regra de controlar o cardápio e os produtos vendidos no estádio, para não ser vendido qualquer coisa." afirmou Saulo Aflalo.

Segundo a vendedora Laura Ferreira, na última partida da seleção brasileira em Belém, algumas lanchonetes precisaram 'emprestar' a cozinha para a organização da partida, mas os vendedores puderam manter suas vendas na área interna do estádio. (Alexandre Yuri Nascimento / DOL)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Esporte Pará

    Leia mais notícias de Esporte Pará. Clique aqui!