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ESPORTE PARÁ

Finalização foi um dos pecados do time bicolor

Se tivesse vencido o CRB (AL), ontem, o Paysandu assumiria a liderança isolada do grupo E do Campeonato Brasileiro da série C, além de dar mais um passo rumo ao acesso à segundona. No entanto, como perdeu por 1 a 0, o Papão, que ainda ocupa o segundo luga

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Se tivesse vencido o CRB (AL), ontem, o Paysandu assumiria a liderança isolada do grupo E do Campeonato Brasileiro da série C, além de dar mais um passo rumo ao acesso à segundona. No entanto, como perdeu por 1 a 0, o Papão, que ainda ocupa o segundo lugar na chave, pode se complicar se o América (RN) vencer o Luverdense (MT), na próxima quarta-feira, porque o time Potiguar irá ultrapassar os bicolores.

“Com essa derrota, com certeza o sonho ficou mais distante. Temos que trabalhar para ganhar e recuperar a liderança mais uma vez”, reconheceu o atacante Rafael Oliveira. Já o técnico Edson Gaúcho acredita que nada está perdido. “O importante é continuar trabalhando e fazer a equipe jogar o tempo todo como jogou os últimos 45 minutos. Complicado sempre esteve ao Paysandu, e agora nem sabemos se vamos jogar com Luverdense ou Rio Branco”, destaca o treinador, referindo-se às indefinições que ainda rondam a terceirona.

Finalização foi um dos pecados
Duas bolas na trave foram os principais lances de perigo que o Paysandu conseguiu levar à meta defendida pelo goleiro Anderson, do CRB (AL). Pelo segundo jogo consecutivo, o ataque bicolor saiu de campo sem marcar um golzinho sequer. O técnico Edson Gaúcho acredita que a ineficiência do time na hora de finalizar foi um dos principais motivos da derrota.

“Faltou fazer os gols que a gente perdeu. Nós criamos muitas oportunidades, mas não fizemos os gols. No primeiro tempo, a equipe não jogou bem, erramos demais, assim como foi no jogo de Maceió. No segundo tempo, foi outra equipe, procurou o tempo todo buscar a vitória e num lance bobo tomamos um gol. Então, uma equipe que quer subir não pode tomar um gol tão infantil assim”, criticou o treinador, seguido pelo atacante Rafael Oliveira. “Se tivéssemos aproveitado (as oportunidades) o resultado seria outro. Eles foram mais felizes, marcaram um gol, o da vitória”, lamentou.

O jogo de ontem foi o primeiro da equipe sem o meio-campista Luciano Henrique, que ficou no banco de reservas, mas não entrou nem no decorrer da partida. Embora bastante criticado pela torcida, o meia consegue carregar a bola da intermediária ao ataque, algo que Juliano e Robinho não conseguiram fazer contra os alagoanos. Sobre a decisão de deixar Luciano Henrique na reserva, Gaúcho explica que priorizou a marcação para dar mais liberdade a Robinho. (Diário do Pará)

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