O destino do zagueiro Diego Barros no Clube do Remo está nas mãos do presidente Sérgio Cabeça Brás. Depois do contrato do jogador ter expirado na última quarta-feira (30), Diego se encontrou ontem (1) com os membros do departamento de futebol azulino para tentar um novo acordo. No entanto, nada feito. De um lado, o capitão remista sustenta que deseja somente que seja cumprido o que foi combinado no seu retorno em agosto. Do outro lado, os diretores afirmam que o azulino está pedindo um valor acima do que Leão pode pagar.
Visivelmente triste com a situação, Barros expôs o que se passa. “Voltei para o Remo em agosto e tudo ficou combinado em termos de valores. Não precisava estar havendo esse desgaste. Chegou a um ponto que eu não consigo entender mais as coisas. Só estou pedindo o que foi combinado”, disse. O xerife da zaga azulina afirma estar mais chateado do que em 2008 quando deixou o Remo. “A mesma tristeza que senti em 2008, hoje, estou sentindo pior. Sei que ainda posso jogar uns cinco ou seis anos e me planejei para passar (esse período) no Remo”, garantiu.
Pedro Minowa, diretor de futebol, disse que, na tarde de ontem, o zagueiro lhe entregou uma carta. Segundo Minowa, nessa carta constariam valores que o Remo não poderia pagar e diferentes do que foram tratados em agosto. “Nessa primeira conversa que tivemos, ele está pedindo um pouco além do que combinamos em agosto. Disse pra ele que quem está acima de nós para decidir isso é o Cabeça (presidente)”, afirma. O diretor de futebol colocou que o interesse em Diego é unanimidade entre todos no Baenão. “Só não podemos pagar esse valor desejado por ele”, pontua. Leia mais no Diário do Pará.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar