É, parece que o tempo perdido entre a espera das eleições presidenciais, com a resposta (negativa) de Samuel Cândido para definir se ficaria ou não na Tuna para o Parazão, prejudicou, e muito, a Águia Guerreira para a disputa do certame. Do término da primeira fase até a decisão do novo técnico cruzmaltino, na última sexta, passaram-se treze dias sem que o departamento de futebol alviverde pudesse agir para a renovação de contrato com os atletas que fora campeões da 1ª fase. E o técnico recém-chegado, Charles Guerreiro, está sentindo na pele a dificuldade de montar uma equipe competitiva com baixo ordenado salarial.
Dos onzes titulares da equipe campeã, apenas o lateral-direito Sinésio acertou a sua permanência ontem, e o volante Euler e meio-atacante Rodrigo estão no aguardo de uma reunião com a diretoria. Este último é assediado por equipes locais e de outras regiões e ficou de decidir o seu futuro até sexta-feira. “Ainda tenho algumas pendências para tratar com o presidente, daí verei a proposta dele, mas acredito que poderei ficar na Tuna”, revelou Rodrigo.
Outros dois que acertaram suas permanências na Lusa paraense foram Cleber, goleiro, e André Mensalão, meia, mas ambos eram reservas na primeira fase. Na noite de ontem, o presidente Fabiano Bastos se reuniu com uma série de atletas, porém, até o fechamento desta edição, ainda não tinha nada decidido sobre renovações. Para hoje também está marcado um encontro com outro grupo de atletas para o acerto contratual. (Diário do Pará)
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