A Tuna vem montando o seu elenco para a disputa da segunda fase do paraense essencialmente com atletas regionais. Não por ser uma questão de filosofia ou crença total no potencial dos atletas da região, mas sim por ter estipulado um teto salarial considerado baixo para a importação de atletas de outras localidades.
Assim, Charles Guerreiro precisa mesclar a jovialidade da base, com o bom futebol de futuras promessas do futebol local que não tiveram espaço nos clubes mais fortes atualmente e também com os experientes jogadores que foram renegados, principalmente, por Remo e Paysandu. Por isso, todo o elenco da Águia Guerreira é formado por jogadores da terra, um time genuinamente paraense.
(Diário do Pará)
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