Depois de um trabalho forte realizado no domingo, o dia de ontem (9) foi marcado por trabalhos leves para o elenco do Clube do Remo. Afinal, foram 120 minutos, com pequenos intervalos entre os quatro tempos de 30 minutos em que a partida foi dividida. “Fizemos um trabalho leve, regenerativo, mais para recuperar do jogo de ontem (domingo)”, contou o zagueiro Juan Sebastian. O calor paraense ainda continua sendo temor de parte do elenco azulino, principalmente dos de fora do Estado e até do país, como é o caso do próprio Sebastian, que é natural do Uruguai e, por isso, sem experiências no certame local.
“Jogamos (no amistoso contra Barcarena) com calor intenso, como será na primeira partida contra o Águia. Mas nos treinamentos estamos jogando no horário do jogo e estamos cientes de procurar fazer o certo. Acredito que até domingo estaremos prontos”, crê o zagueiro. Já o companheiro do Sebastian no miolo de zaga, Diego Barros, diz não se assustar com calor. O capitão azulino confia no trabalho físico feito pela comissão técnica no ano passado. “Eu particularmente me sinto muito bem fisicamente. Sou um jogador de 29 anos e estou bem. A preparação que fizemos em 2011 foi muito boa”, garante.
O vice-presidente de futebol do Leão, Hamilton Gualberto, procurado pela reportagem, justificou a troca de horário da estreia do Remo da tarde para manhã (na primeira divulgação da tabela, o jogo aconteceria às 16 horas). “Primeiramente, é preciso dizer que não é a primeira vez que o Remo joga pela manhã. Decidimos fazer essa troca porque a probabilidade da tarde ter chuva são de 90% e pela manhã é apenas 10%. Por isso optamos pela troca: para evitar a chuva. Qualquer atleta prefere jogar no sol do que na lama”, expôs o vice-presidente, que ainda chama atenção. “E o atleta não tem que ficar reclamando, e sim cumprir o que foi determinado. Até porque se ele reclama de jogar no sol, quando ele jogar de tarde, sem chuva, e for mal, me dá o direito de reclamar dele também”, critica. (Diário do Pará)
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