O primeiro jogo da semifinal, em Belém, foi contagiante: seis gols, dribles, boas jogadas e reclamação com a arbitragem. Agora, o que esperar para o jogo de volta, hoje, em Marabá? De um lado, o Remo promete a determinação do primeiro jogo para a conquista de mais uma vitória. Do outro, há um Águia disposto a brigar por dois gols de diferença. Esse será o cenário do jogo que definirá o segundo e último finalista da Taça Cidade de Belém, primeiro turno do Campeonato Paraense.
Vantagem no placar, não significa jogo ganho. Assim, o discurso dos azulinos para o confronto de logo mais foi padronizado: jogar para frente, de igual para igual, como foi em Belém. O técnico do Leão, Sinomar Naves, até mantêm a mesma formação com três volantes, além de Magnum no meio e Aldivan na lateral-esquerda, mesmo o antigo titular, Panda, livre de suspensão. “Tivemos algumas dificuldades de ajustes nessa formação, até em função do pouco tempo de treino, mas o time deu a resposta que queríamos”, explicou o treinador.
O Azulão, por sua vez, conta com o fator casa para surpreender. “Em nossos domínios, temos plenas condições de vencer por dois gols de diferença”, disse o atacante Branco. Em toda a história dos confrontos em Remo e Águia, os marabaenses venceram apenas duas vezes em oitos jogos disputados.
A vantagem ampliou esse ano, graças as duas últimas vitórias azulinas. Mas, o técnico do Águia, João Galvão, não quer saber de estatística e coloca sua equipe para jogar ofensivamente. Como estará a estatística segunda-feira?
(Diário do Pará)
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