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ESPORTE PARÁ

Estádio Zinho Oliveira escapa de punição

O presidente em exercício do Tribunal de Justiça Desportiva do Pará (TJD/PA), Afonso Lobato, indeferiu ontem (15) o pedido de interdição do Estádio Zinho Oliveira, apresentado pelo procurador Nilton Gurjão, que foi incitado por Remo e Cametá. A delegação

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O presidente em exercício do Tribunal de Justiça Desportiva do Pará (TJD/PA), Afonso Lobato, indeferiu ontem (15) o pedido de interdição do Estádio Zinho Oliveira, apresentado pelo procurador Nilton Gurjão, que foi incitado por Remo e Cametá. A delegação do Águia de Marabá ainda estava no meio da viagem rumo a Cametá quando recebeu a boa notícia de que poderá receber em casa o segundo jogo da final da Taça Cidade de Belém.

A informação do parecer divulgado pelo TJD foi repassada no fim da tarde de ontem pelo advogado André Cavalcante, que representa o Águia e acompanha o caso em Belém. Ele comemorou a decisão do tribunal, que negou o pedido do procurador que havia solicitado que o Zinho Oliveira fosse interditado por 15 dias para que pudesse corrigir, segundo ele, algumas falhas na estrutura, como é o caso da proximidade dos bancos de reserva.

“Fomos ao TJD e apresentamos um documento emitido pela Prefeitura de Marabá, no qual ela se compromete em construir um novo banco de reservas antes da partida final contra o Cametá. Também foi anexada uma declaração formal do comando da Polícia Militar que trabalhou durante o jogo entre Águia e Remo, onde afirma que identificou o torcedor que deixou cair uma garrafa na área do campo”, disse Cavalcante.

A única preocupação do Águia agora gira em torno da súmula do jogo entre Águia e Remo, que foi publicada no site oficial da FPF na terça-feira. Nela, o árbitro Andrey da Silva e Silva classificou a “conduta do público”, como ruim, visto que, segundo ele, “durante o tumulto, torcedores não identificados atiraram para dentro de campo e em direção a área técnica destinada ao clube do Remo uma garrafa de água mineral, no entanto, não atingiu ninguém”.

Apesar de a citação constar na súmula, o caso envolvendo o Zinho Oliveira não foi incluído no julgamento que acontece nesta sexta-feira, a partir das 14 horas, na sessão Extraordinária da 1ª Comissão Disciplinar de Futebol. Somente os jogadores e membros de comissão técnica que estiveram envolvidos na confusão do jogo entre Águia e Remo serão julgados. Entre eles, está o volante Alexandre Carioca, o goleiro Miro e o preparado físico azulino Roberto Ramalho. (Diário do Pará)

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