Desde a noite do último sábado (18), o carnaval de Cametá anima milhares de pessoas nas ruas da cidade.
Vários blocos desfilaram no corredor da folia, garantindo a festa para moradores e visitantes do município. Mas, dentro do estádio da cidade, o Parque do Barcural, a folia foi repelida. Lá dentro, os representantes do futebol da cidade trabalham normalmente durante esse período como se nada estivesse acontecendo no lado de fora.
Os jogadores do Cametá, assim como os barbudos dos Los Hermanos, sabem: “Todo o carnaval tem o seu fim”. E melhor que folia, só o título do Parazão que, além de prestígio aos atletas, pode trazer a inédita vaga na Série D. “Preferimos deixar para fazer o carnaval no final do primeiro turno”, garante o goleiro Evandro. Por isso mesmo, ontem pela manhã, os jogadores fizeram um treino físico leve, sob a supervisão do auxiliar técnico Mazinho. Já pela tarde, quem assumiu os jogadores foi o técnico Cacaio que comandou um coletivo tático.
Com a boa vantagem conquistada (o Cametá pode perder por até por dois gols de diferença), na partida decisiva da final do certame, no próximo dia 26, os cametaenses estão com uma mão na taça e por isso, por enquanto, “brincam de ser feliz”. Mas, para “pintar o nariz”, terão que enfrentar o Águia em mais noventa minutos.
Segundo Evandro, todos estão com a ciência de que o último desafio do primeiro turno será difícil. Jogadores e comissão técnica se baseiam na semifinal feita pelo Azulão contra o Clube do Remo: os marabaenses conseguiram reverter a vantagem de um gol e se classificaram com uma vitória de 2 a 0. (Diário do Pará)
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