Para a torcida remista, uma vitória sobre o Paysandu resulta em vários dias de gozação com o torcedor adversário. Aos jogadores do Clube do Remo, um triunfo diante do maior rival serve para elevar o astral e a confiança do time no seguimento de uma competição. Ganhar dos bicolores foi algo que os azulinos não puderam ver e nem vão mais assistir em 2012, já que as duas equipes só voltam a se enfrentar no próximo ano.
Aliás, a Tuna Luso, outra barreira no caminho do Leão, também o impediu de sair de campo com três pontos conquistados. Ou seja, o Remo venceu o segundo turno do Parazão e pode até ganhar o Campeonato Paraense, mas não vai poder vibrar um resultado positivo sobre os principais rivais da capital.
Nesse aspecto, a trajetória pode até causar incômodo, porém faz pouca ou nenhuma diferença. “Nada tira o brilho do nosso título”, diz o meio campista Reis. “Foi apenas um detalhe”, reforça o volante Juan Sosa. “Na nossa situação, não temos que nos preocupar com o nosso rival, mas sim pensar apenas em nós mesmos, porque o título é o mais importante de tudo”, completa o zagueiro Diego Barros.
Apesar do título e da campanha invicta do returno, em quatro clássicos na competição, dois com o Paysandu e dois contra a Tuna Luso, o Remo perdeu um para cada equipe e empatou os outros dois jogos. (Diário do Pará)
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