O Clube do Remo será novamente julgado hoje, quarta-feira (18), no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
Agora, o Leão senta no banco dos réus em virtude dos objetos atirados dentro de campo na partida contra o Bahia, válida pela Copa do Brasil, no dia 12 de abril de 2012. Um desses objetos, por pouco, não acertou o bandeirinha, que terminou por relatar na súmula do jogo.
Apesar da situação embaraçosa, os dirigentes azulinos estão tranquilos para o julgamento, sobretudo por um fator: o Boletim de Ocorrência (BO) registrado na noite do embate, com a detenção do torcedor que cometeu o ato.
“Estamos preocupados, evidentemente, por ser um julgamento. Mas, com o BO, as chances de nos livrarmos da pena é de 80%”, estima Hamilton Gualberto, vice-presidente de futebol e advogado do Leão.
Assim, é mais provável que apenas o infrator seja punido, ao invés do clube, com a perda do mando de campo, o que prejudicaria o Filho da Glória e do Triunfo nos primeiros jogos da quarta divisão na Série D, a partir do final desse mês.
Osvaldo Sestário será o advogado que defenderá o Remo na sede do STJD, no Rio de Janeiro, já que Hamilton Gualberto estará cuidando de assuntos particulares em Belém.
(Diário do Pará)
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