No próximo domingo, dia 27 de maio, o Clube do Remo inicia a sua campanha no Campeonato Brasileiro da Série D, contra o Vilhena, equipe do estado de Roraima. Por isso mesmo, os azulinos voltam à labuta hoje pela manhã, já sob o comando do técnico Flávio Lopes, que esteve fora da cidade desde a perda do título do Paraense para o Cametá, domingo retrasado.
O Filho da Glória e do Triunfo tenta reerguer a sua credibilidade. Desapontou profundamente sua torcida não conquistando a vaga na série D dentro de campo. O Brasileiro, agora, ganha um sobrepeso ao elenco: é preciso fazer por merecer. “O nosso torcedor está chateado por perdermos o título em cinco minutos, vai cobrar muito nos primeiros jogos e cobrar o acesso para apagar essa imagem ruim que ficou da gente no Campeonato Paraense”, reconhece o atacante Fábio Oliveira, mas que também tenta amenizar o fracasso.
“Não se pode dizer também que foi um milagre. Acho que o maior milagre foi o Cametá desistir. Mas é preciso lembrar que temos méritos também. Se não fizéssemos por onde, conquistando nossos pontos, a vaga também poderia ser do São Francisco, São Raimundo, Independente”, analisa Oliveira. Ao longo da semana passada, o Remo foi alvo de várias brincadeiras da torcida do Paysandu, o maior rival, pela forma como conseguiu o calendário.
O meia Edu Chiquita, que quis ficar no clube após aceitar redução salarial, prefere não entrar nas provocações dos bicolores e focar no campeonato. “Precisamos é torcer por todos os times do Pará. Não foi a melhor maneira de conseguir a vaga, mas foi digna, e tenho certeza de que não teve nada de mais. Agora, só temos que dar o retorno dentro de campo. Mas acredito que, se tivermos o mesmo desempenho de quase todo o segundo turno, nos sairemos muito bem”, destaca o meia.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar