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ESPORTE PARÁ

Com o Remo mais tranquilo, elenco está se formando

A correria instalada no Baenão desde o início da semana deu lugar à tranquilidade. A notícia da suspensão da Série D trouxe ao Remo o tempo necessário para avaliar as novas contratações e definir como o time entrará em campo diante dos adversários. Até ag

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A correria instalada no Baenão desde o início da semana deu lugar à tranquilidade. A notícia da suspensão da Série D trouxe ao Remo o tempo necessário para avaliar as novas contratações e definir como o time entrará em campo diante dos adversários. Até agora, chegaram à Toca do Leão quatro jogadores, mas de acordo com os planos da diretoria e do técnico Flávio Lopes, ao todo são seis reforços requisitados pelo clube.

Os primeiros a chegarem foram os algozes azulinos do Campeonato Paraense. Ratinho e Marcelo Maciel foram contratados após passarem pelo Cametá. Ambos já treinaram entre os titulares, inclusive Maciel marcou gol no coletivo da última quarta-feira (23).

Em seguida, apresentaram-se dois defensores, o experiente Dida, lateral-esquerdo, com passagens pelo futebol carioca, paulista e goiano; e Paulinho, lateral-esquerdo criado nas divisões de base da Tuna.

Hoje deve desembarcar na toca azulina o zagueiro Santiago, de 32 anos e que estava atualmente no Bangu (RJ) e já foi confirmado pela diretoria. O último reforço na zaga pode ser Charles, jogador do Águia, que ficou de se apresentar até segunda-feira, mas ainda estaria apalavrado com o presidente aguiano, Sebastião Ferreira. Ainda há o caso de Gegê, indicado ao Remo que estava fazendo testes.

No total, das seis opções acertadas entre diretoria e técnico, até o fechamento da edição, dois jogadores eram esperados no Baenão, e Flávio Lopes, pelo visto, não tem pressa. “Nós temos que analisar num todo a necessidade que há no momento de característica, é isso que está sendo avaliado”, termina.

RENOVAÇÃO?
A situação de alguns jogadores do Clube do Remo ainda aguarda definição. O departamento de futebol tem interesse declarado em renovar o contrato de três jogadores. Betinho, Jhonnatan e Igor. Entretanto, até agora somente especulações dão conta sobre o futuro destes jogadores, mas a palavra final deve vir do presidente Sergio Cabeça, responsável direto pelos contatos.

Ontem foi noticiado que a diretoria já estava certa de renovar com Betinho. O meia, que causou polêmica por causa de algumas atuações irregulares no Campeonato Paraense, disse desconhecer o próprio futuro no Remo, mas deseja permanecer e aguarda o contato da parte contratante. “Ainda não definimos nada, vamos ver se a gente resolve esse final de semana, pois fica chato essa dúvida. É melhor resolver para que depois não venha acontecer nada de ruim para os dois lados”, garante o jogador.

A situação dos três jogadores é um pouco parecida com a de Magnum. O atacante tem contrato até o próximo dia 30 de maio, mesma data de Igor e Betinho. Já o contrato de Jhonnatan vence somente no mês de julho. Entretanto, Magnum ainda não apareceu no Baenão, e caso demore a retornar poderá ser dispensado, adiantou um diretor do clube. O presidente Sergio Cabeça não foi localizado para comentar a situação dos atletas.

Momento é de ajustar a parte física
Desde que o técnico Flávio Lopes mostrou descontentamento sobre o condicionamento físico dos seus comandados, a ordem na Toca do Leão é trabalhar duro para colocar todo mundo em forma. Segundo ele, “muitos estão ofegantes, e isso requer treino”.
No treino realizado na tarde de ontem, no estádio Evandro Almeida, não houve trabalho tático. Apenas físico e os jogadores suaram a camisa. Ao final, uma mudança inesperada no cronograma, todo plantel se deslocou para a academia de musculação da Escola Superior de Educação Física, tendo como objetivo fazer um trabalho de reforço muscular.

Para os jogadores, o momento realmente é propício à correção das deficiências. “Na minha opinião, acho que tínhamos que treinar a parte física. Estamos treinando sem bola então, a gente fica sem ritmo”, confessa o meia Betinho. Além disso, caso o time não esteja seguro, o meia acredita que terá a cobrança do Fenômeno Azul. “Como estamos sem ritmo de jogo, o torcedor vem e cobra, então seria melhor treinar”, completa.

Os jogadores estão sob os cuidados do preparador físico, Bruno Barbosa, que já adiantou a necessidade de colocar o time na melhor condição possível, e para isso fará uso de todo aparato que o clube oferece. “A gente prioriza muito o trabalho com força, por isso o trabalho na academia, no campo e na caixa de areia”, adianta Barbosa.

(Diário do Pará)

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