O Departamento Médico do Paysandu Sport Club está preocupado com o alto número de lesões complexas que estão chegando para tratamento. Por isso, os médicos bicolores estão atentos a qualquer tido de queixa ou comportamento de omissão de dores dos atletas dentro de campo.
“A gente espera conseguir dar uma segurada nesses atletas que tiveram esses tipos de lesões, que não são simples e que exigem um pouco mais de cuidado. E a nossa vantagem foi a Série C não ter começado”, declara o fisioterapeuta Junior Furtado.
O meia Harison, que se lesionou no início da semana passada, com um edema no músculo adutor, permanece no DM, mas deve retornar aos trabalhos na segunda-feira. “Iríamos utilizar técnica do PRP nele, mas no início desta semana realizamos um exame no local e constatamos que o líquido do edema foi drenado. Por isso, já estamos trabalhando um tipo de exercício mais leve e progressivo para ver se até o início da semana liberaremos ele para trabalhar no campo”.
Sobre a lesão do meia Robinho, Junior Furtado demonstrou-se bastante preocupado com a lenta recuperação do atletas que possui um edema ósseo no calcanhar, que virou uma pequena dor de cabeça para o setor. “O Robinho não tem previsão ainda. Ele ainda sente dor. Estamos fazendo um trabalho sem impacto, que é dentro da piscina. A melhora dele está sendo muito discreta. Isso está sendo repassado aos médicos do clube para que haja uma pesquisa para ver realmente como está a evolução clínica dele”, informa.
(Diário do Pará)
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