A diretoria do Remo, nos esforços para manter a tranquilidade na Toca do Leão, quitou ontem 75% da folha salarial do clube referente ao mês de abril. A questão não chegou a causar incômodo nos jogadores. Entretanto, há outro problema a ser resolvido: a falta de jogos oficiais e a possibilidade de nem haver a Série D, deixaria o clube sem a principal fonte de renda, que são os jogos com a presença do “Fenômeno Azul”.
A notícia do acerto na folha salarial azulina deixou os atletas animados. “Entendemos os esforços que a diretoria tem feito para cumprir com as obrigações perante aos atletas e todo mundo tem contas a pagar, mas estamos tranquilos pensando nos jogos com a certeza que vai ficar tudo certo”, destaca o atacante Fábio Oliveira.
COLETIVO
Na manhã deste sábado o Remo fará um coletivo no Baenão envolvendo os times titulares e reservas. A ideia do treinador azulino, Flávio Lopes, é avaliar o comportamento dos novos contratados. Além disto, Flávio vai estudar o esquema tático que visa implantar.
O coletivo veio à tona novamente após o embargo do início do Brasileirão. Depois de ser cogitado um amistoso contra o Izabelense, a diretoria não mostrou muito entusiasmo, todavia, a postura fez sentido após a confirmação do Re-Pa, no dia 10 de junho, no Mangueirão. (Diário do Pará)
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