Apesar de o clássico “Rei da Amazônia”, entre Paysandu e Clube do Remo, ser festivo por fazer comemorar o centenário do confronto, o técnico Roberval Davino aumentou a intensidade dos treinos técnico-táticos na Curuzu, no propósito de deixar a equipe bem afinada e preparada para o desafio.
“O Davino é um treinador muito estrategista e inteligente. O trabalho dele sempre tem uma dinâmica, tudo tem um porquê”, diz o zagueiro e capitão Marcus Vinícius, elogiando o técnico. “O grupo está bom, se encaixando, se entendendo. Mas é lógico que ainda tem muita coisa para melhorar”, completa.
No amistoso contra o Time Negra, no domingo passado, Marcus Vinícius trabalhou pelo lado direito da defesa, evitando a infiltração dos atacantes adversários pelo meio e ainda dando cobertura ao ala Yago Pikachu. Além disso, cumpriu todas as orientações que Roberval Davino pedia na beira do gramado. “O professor está optando para eu sair mais pela direita. Eu, como já joguei de lateral, costumo também fazer aquela saída de bola pelo lado direito, com o Yago que também é muito forte. Então, a gente está buscando igualar as forças, tanto pelo lado direito quanto pelo lado esquerdo”, diz.
Sem um grande clássico no currículo, presente apenas no confronto entre o XV de Piracicaba e o União Barbarense, em Piracicaba, o zagueiro acredita que o Re-Pa será uma boa prova de fogo para o elenco bicolor antes de entrar na Série C do Campeonato Brasileiro. “É um clássico muito difícil, onde tem grandes torcidas apaixonadas que estarão empurrando o jogo inteiro e o sangue vai estar fervendo. Então, é uma boa prova que a gente pode ter para tirar o balanço da equipe do Paysandu”, encerra.
(Diário do Pará)
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