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"Quero fazer história no Remo", diz Adriano Magrão

O atacante Adriano Magrão, 31 anos, já passou por grandes times do futebol brasileiro - Sport (PE), Náutico (PE), Goiás (GO), Vila Nova (GO), Fluminense (RJ), Paraná (PR), América (RN) - e sempre teve a marca de goleador. No Paysandu, o jogador fez 16 par

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O atacante Adriano Magrão, 31 anos, já passou por grandes times do futebol brasileiro - Sport (PE), Náutico (PE), Goiás (GO), Vila Nova (GO), Fluminense (RJ), Paraná (PR), América (RN) - e sempre teve a marca de goleador. No Paysandu, o jogador fez 16 partidas e marcou apenas dois gols: um contra o Sport (PE), pela Copa do Brasil, e outro no amistoso contra o Nacional (AM). A má fase fez com que o jogador saísse dos planos de Roberval Davino e negociasse sua transferência para o Clube do Remo. Sobre esse e outros assuntos o atacante deu uma entrevista exclusiva para o DOL. Acompanhe:

DOL: O que ocasionou a tua saída do Paysandu?

A. Magrão: Eu não fiz os gols como eles esperavam e eu não estava nos planos do novo treinador (Roberval Davino). Já o treinador do Remo disse que gostaria de contar comigo. Como eu sou profissional, vou para onde eu posso jogar.

DOL: Você passou do Paysandu para o Remo. Você já passou para times rivais outras vezes?

A. Magrão: Sim. Eu já joguei no Sport (PE) e no Náutico (PE), no Goiás (GO) e no Vila Nova (GO), mas nunca aconteceu de me transferir diretamente de um para o outro.

DOL: O que você acha que precisa fazer para fazer os gols no Remo?

    A. Magrão: Eu nunca deixei de correr e me esforçar para fazer os gols. Eu trabalhei muito finalização, algo que não fiz muito no primeiro turno do Parazão e no futebol precisa de muita repetição, principalmente o atacante goleador. Espero que esses gols que não entraram no Paysandu, entrem no Remo.

    DOL: Você já teve outras fases em que ficou sem fazer gols?

    A. Magrão: Já passei fases sem fazer gol, mas eu trabalhei e dei a volta por cima. Isso é normal. Sou um cara jovem e já fui brilhante em outras equipes e espero retomar a boa fase.

    DOL: O que você falaria para a torcida do Paysandu?

    A.Magrão: Espero que a torcida do Paysandu entenda que eu sou um profissional e que preciso sustentar minha família. Eu criei um vínculo grande com o clube (Paysandu) e tenho muito carinho pela grande torcida bicolor. Alguns torcedores do Paysandu me ligaram dizendo que estavam chateados, mas outras me disseram que eu ia arrebentar no Remo. Fiquei feliz com o reconhecimento.

    DOL: O que a torcida do Remo pode esperar do Adriano Magrão?

    A.Magrão: Sou um jogador dedicado e que busca sempre gol. A torcida do Remo pode ter certeza que vai ter um atacante brigador dentro da área e que vai ajudar o Remo subir pra série C e ano que vem ser campeão paraense e depois subir pra série B. Eu quero construir uma história no Remo.

    DOL: O que você acha do Re-Pa do próximo domingo (10)?

    A.Magrão: O jogo é bom para as duas equipes, é preciso para pegar ritmo de jogo e testar os times. Também vai ajudar as diretorias a pagar os seus jogadores. Mas eu fico pensando como vai ser, joguei um Re-Pa, mas debaixo de muita chuva, não tinha como mostrar um bom futebol. Se eu tiver em campo domingo, eu preciso mostrar um bom futebol.

    (Felipe Melo/DOL)

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