Se você, torcedor, encontrar um jogador profissional de 30 anos, que atua como centroavante, com passagem por vários clubes do futebol brasileiro e tem o codinome de Adriano Magrão, por favor, comunique à diretoria do Paysandu, ou a do Remo, para que o atleta explique o sumiço.
Com a contratação anunciada no início da semana passada pelo Leão da Antônio Baena, o atacante não compareceu na Toca do Leão e por isso teve sua contratação descartada. Com isso, o atleta deveria reaparecer na Curuzu para definir o seu futuro, já que ele também não faz parte dos planos do técnico bicolor Roberval Davino para o Campeonato Brasileiro da Série C.
Questionado sobre a situação de Magrão com o Paysandu, o diretor João Carlos Pontes informou que ainda não tem um posicionamento concreto sobre o assunto, já que o jogador não se encontra em Belém e não apareceu no clube. “Ele já está em Belém? Bom, precisamos esperar que ele apareça para sabermos o que devemos fazer. Vamos nos reunir para definir tudo”, contou rapidamente Pontes, domingo passado no estádio Mangueirão. Ontem à tarde o diretor Antônio Cláudio “Louro” concordou com o colega, mas fez uma ressalva. “O cara ainda não apareceu para trabalhar, está sumido desde sábado da semana passada. Temos que ver com o jurídico o que podemos fazer em relação a isso”, disse Louro, sugerindo uma possível demissão por justa causa.
Mas, sobretudo, a alma mais inconsolável é o par de chuteiras de Adriano Magrão. Solitária no vestiário bicolor, a chuteira do atacante dá sinais de saudades do jogador e também de gols, já que elas conseguiram empurrar a bola para o fundo do barbante apenas uma vez em 16 jogos, pois o primeiro gol do atleta vestindo a camisa do Paysandu foi de cabeça, contra o Sport (PE), pela Copa do Brasil.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar