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ESPORTE PARÁ

Papão continua atividades para estrear bem

O lado positivo para o Paysandu com toda essa história do retardamento do início do Campeonato Brasileiro da Série C é que o técnico Roberval Davino teve tempo suficiente para armar sua equipe. Até agora já são seis semanas de trabalho para que os atletas

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O lado positivo para o Paysandu com toda essa história do retardamento do início do Campeonato Brasileiro da Série C é que o técnico Roberval Davino teve tempo suficiente para armar sua equipe. Até agora já são seis semanas de trabalho para que os atletas mais jovens da equipe possam ganhar mais massa muscular para a dura disputa pelo acesso à Série B deste ano.

Com a equipe a ponto de estrear na competição, os jogadores que subiram das categorias de base para o profissional neste ano e pertencem ao grupo que jogará a Terceira Divisão, realizam um trabalho de ganho de massa magra, vulgarmente chamada de massa muscular.

De acordo com o fisiologista José Carlos Amaral, o trabalho de fortificação muscular de alguns atletas do Paysandu é de fundamental importância para a equipe bicolor que enfrentará equipes fortes fisicamente ao longo da competição.

“Principalmente os atletas Yago Pikachu, Djalma, Bartola e Neto, são jogadores que não tiveram um incentivo físico quando passaram pelas categorias de base e agora estamos trabalhando para que possam ganhar força e resistência, suportando qualquer tipo de choque, de jogada”, diz José Carlos, informando que os atletas passaram por uma avaliação física profunda no início da temporada e depois tiveram acréscimo de suplementos alimentares e acompanhamento nutricional. “Agora eles tomam café, almoçam e jantam aqui na Curuzu. Tudo para que excessos não ocorram”, justifica.

Para o atacante Bartola, que teve ganho de 1,5kg de massa muscular neste período de paralisação da Série C, o peso a mais está servindo para que ele consiga suportar o tranco com os marcadores. “Antes, qualquer jogada mais firme eu caía, não suportava, agora consigo resistir e dar continuidade no lance”, conta o centroavante, que completa. “Não como mais besteira, toda a minha alimentação é supervisionada”, assegura.

(Diário do Pará)

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