Com tanta fofoca e desencontros de informações, o presidente do Paysandu Sport Club, Luiz Omar Pinheiro, realizou um almoço na última sexta-feira para dar um ponto final em qualquer desarmonia existente e selar a paz entre os dirigentes.
Um dos motivos que culminoaram nesse bate-papo conciliatório entre o presidente e diretores começou quando Luiz Omar cancelou a negociação que o seu vice-presidente Toninho Assef fez, que transferiria o atacante Rafael Oliveira para o Avaí, de Santa Catarina, deixando Assef bastante insatisfeito.
“Foi tudo esclarecido, na verdade houve uma falha de comunicação. No domingo à noite, eu liguei para ele e disse: ‘Toninho aguenta tudo aí até eu chegar’”, conta LOP. “Mas, como eu cheguei só na quinta-feira, estava a maior confusão com empresário aqui sabendo que o jogador não ia. Então, a gente clareou, mostrando que no futebol as coisas não são assim”, explica.
Outro ponto tocado foi a parceria com a LA Sports. Na sexta-feira, dia 8 de junho, o presidente informou que o Paysandu acertou uma parceria com a empresa de gerenciamento de carreira de jogadores de futebol do advogado Luiz Alberto, mas com duas semanas corridas, nada ainda foi oficializado, gerando certo desconforto no clube. “Houve uma pequena mudança no que foi afirmado comigo, quando estive lá em Curitiba (PR), então estamos esperando eles chegarem aqui. Eles querem vir aqui em Belém para acertar esses detalhes, para firmar a parceria”, informa.
Sobre a grande articulação que a chapa oposicionista Novos Rumos vem realizando há cinco meses das eleições no clube, Luiz Omar se diz tranquilo. “Eleição é só no final do ano. A direção atual do Paysandu, que automaticamente compõe a situação, não tem que se preocupar com a eleição ainda. Ela tem que se preocupar em administrar o clube para que alcancemos o nosso objetivo máximo, que é subir o time para a Série B”, recomenda. (Diário do Pará)
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