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ESPORTE PARÁ

No Remo, não há ausência de médicos

A atual realidade do Remo, quando se fala em assistência médica, não é comparável aos grandes times do Brasil. Entretanto, a diretoria de futebol, juntamente com os profissionais de saúde, tem feito o possível para evitar grandes problemas envolvendo joga

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A atual realidade do Remo, quando se fala em assistência médica, não é comparável aos grandes times do Brasil. Entretanto, a diretoria de futebol, juntamente com os profissionais de saúde, tem feito o possível para evitar grandes problemas envolvendo jogadores, principalmente nos treinos e jogos oficiais.

O departamento médico do Remo tem hoje a assistência de dois médicos, chefiados pelo Dr. Ricardo Ribeiro e coordenado pelo Dr. Jorge Silva - Silva está sempre no treinos. Somam-se a eles um fisioterapeuta, um fisiologista e um enfermeiro.

Quando o time joga, seja em casa ou fora, um médico e um enfermeiro estão sempre à disposição dos atletas em casos de necessidade. “Todos eles prestam um bom serviço ao clube, seja em treino ou jogos”, explica o assessor de imprensa remista, Haroldo Bezerra.

O único caso grave envolvendo um jogador do Remo aconteceu no mês de maio, quando o atleta do sub-20 Jean Gilberto (18), conhecido como Sarrá, faleceu em casa, devido um mal súbito. Na época, falou-se muito sobre a assistência prestada aos jogadores, no entanto, o clube rebateu com o argumento de que os jogadores faziam avaliação médica todo ano.

Entre os profissionais do futebol, quem teve um problema foi o meio campista Edu Chiquita, que sofreu uma crise de hipoglicemia logo que chegou ao Baenão, em março, causada pela baixa de açúcar no sangue seguida de tontura e desmaio.

Porém, segundo ele, a situação foi contornada e teve uma causa além dos gramados, originária de um problema de saúde antigo e somado a difícil adaptação na cidade devido o calor. “Antes de vir para o Remo, eu estava com um problema dentário e tomava muito antibiótico. Com o sol forte e abaixo do peso, acabou acontecendo tudo isso, se não fosse os médicos e o fisiologista darem apoio na situação, com certeza, tinha sido um pouco mais grave”, lembra Edu Chiquita. (Diário do Pará)

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