Dois jogos, duas derrotas. Penúltima colocação no grupo; troca de treinador. Crise? Até certo ponto, sim. Mas, pior que ela, é não ter forças para superá-la. É com esse pensamento que o Fortaleza chega hoje a Belém para enfrentar o Paysandu.
“Só depende de nós, jogadores, para recuperarmos os pontos perdidos nas duas primeiras rodadas. Temos consciência de que estamos no início do campeonato, mas temos que buscar as vitórias para darmos a volta por cima”, afirmou essa semana, Jaílson, atacante do Leão cearense.
Jaílson, por sinal, junto com o novo técnico, Vica, é a novidade na equipe do Fortaleza a partir dessa terceira rodada. “Esperamos conseguir o resultado positivo já nessa partida em Belém”, completa o atacante, que foi liberado pelo departamento médico para jogar na última quarta-feira.
O treinador Vica chegou à capital cearense logo após a segunda derrota da equipe.
Ele vem com a missão de ser o leme condutor do Fortaleza para o acesso à série B. Vica intensificou os treinos ao longo da semana passada, principalmente os táticos, onde tentou ajustar o posicionamento de seus jogadores. Usou praticamente os mesmos titulares. Contudo, o novo treinador do tricolor só irá liberar a escalação oficial minutos antes da partida de hoje. Mas, quem não deve ficar de fora dela é justamente quem chegou junto com o técnico Jaílson. Pois, para superar a tal crise, além da força de vontade, vale também a superstição.
“Espero repetir o desempenho que tive em 2006, quando marquei cinco gols no Paysandu quando jogava pelo Paulista, na Série B, daquela época”, recorda o carrasco Jaílson.
(Diário do Pará)
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