Na história do Clube do Remo, grandes craques já vestiram a camisa azul marinho, incluindo nessa lista os dois maiores dos países de língua portuguesa. Em 1965 e 1968, respectivamente, Pelé e Eusébio jogaram, em suas equipes, contra o Clube do Remo, em amistosos muito comuns na época. Hoje, com a supervalorização do futebol, ter um grande com a camisa do Remo é um sonho, mesmo que seja de um craque, digamos assim, aposentado!
Como parte da parceria entre o Remo e a empresa Granada Sports e Marketing, o River Plate (URU) veio a Belém, e na bagagem anunciou Marcelinho Carioca como grande atração pelo lado remista nos primeiros 45 minutos. Foi o suficiente para que o modesto público do mangueirão aplaudisse de pé as jogadas do ex-craque corintiano. A cada passe, roubada de bola e drible, os comentários eram inevitáveis. Ao final, a dúvida ficou no ar. Seria vantagem contratar Marcelinho, aposentado há 3 anos e com 42 anos?
A informação foi descartada pela diretoria, mas muitos torcedores fizeram questão de registrar a vontade, com o argumento de que, em um tempo, Marcelinho teria feito muito além dos demais companheiros, alguns na flor da idade e outros prestes a se aposentar. No quesito experiência e gols, afunilados, é possível lembrar de vários craques de passagem pelo Clube do Remo com mais de 30 anos, e mesmo assim ficaram marcados na história do clube, como Luiz Muller ou Biro-Biro. Ainda hoje, o Remo conta com Fábio Oliveira, de 38 anos, e Mendes, com 36, ambos atacantes e com bons históricos no futebol paraense. Resta saber se experiência, atualmente, ainda ganha jogo e deixa marca.
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