Depois do empate em casa, o técnico do Remo, Edson Gaúcho, como tem feito tradicionalmente, reuniu no dia seguinte com os jogadores para uma longa conversa, no qual tratou de alguns assuntos relacionados ao último resultado e aproveitou também para reafirmar a necessidade de consertar o setor de armação do time, que continua errando muitos passes e falhando na
marcação.
O interessante para Edson Gaúcho, tem sido alertar os jogadores para questões básicas de armação e marcação, e o grande exemplo veio no empate diante do Atlético. No primeiro tempo, o Remo foi completamente apático, sem direção e objetividade, mas na segunda etapa, com as entradas de André e Fábio Oliveira, o time evoluiu incomparavelmente.
“Sempre existe conversa após os jogos, independente do resultado. Tivemos uma conversa boa, procurando valorizar o segundo tempo que nós fizemos e também acordar para o primeiro tempo, que nós não produzimos muita coisa. Agora pensamos, é claro, na próxima partida lá no Acre para tentar trazer a vitória”, explica o zagueiro Diego Barros, referindo-se a sétima rodada da primeira fase, que marca o jogo contra o Atlético-AC, dia quatro. Ele aproveita também para alertar quanto as cobranças feitas em cima dele e do companheiro Ávalos. Diego diz que realmente teve momentos difíceis na posição, no entanto, os gols que o Remo vem levando surgem de falha coletiva. “Que a zaga falha, que a zaga não presta, que a zaga erra, nós sempre ouvimos. Mas sabemos que temos parcela junto com o coletivo. Às vezes, a ansiedade e a vontade de vencer é muito grande, e talvez isso atrapalhe um pouco. Jogamos bem, tivemos quase 70% de posse de bola, estamos nos esforçando ao máximo”, termina.
(BOLA)
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