Não será desta vez que o Clube do Remo vai se reencontrar em grande estilo com o Fenômeno Azul, tudo porque o jogo programado para domingo, contra o Náutico (RR), que seria no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, foi mantido na casa azulina, o Baenão, com capacidade muito inferior e o menos indicado para jogos importantes, como vem a ser este do próximo dia 12.
A proibição aconteceu por causa do atraso da diretoria do clube em solicitar junto à CBF, a transferência de local que, pela regra, deveria ter sido feito até sexta-feira passada (3), data limite imposta pela Confederação Brasileira de Futebol. No entanto, a falta de comunicação entre os dirigentes e a demora no pedido resultaram no término do prazo e, em consequência, nada pode ser feito, como explica o diretor de futebol Albani Pontes.
“Semana passada eu recebi o recado que o presidente tinha pedido o jogo para segunda-feira, mas chegamos num acordo e mantivemos no domingo. Quando viajei com a delegação, na segunda-feira passada, achei que já estivesse tudo encaminhado, no entanto, na noite de ontem, descobri que o pedido não foi feito em tempo e que agora já não daria. Mas Deus sabe bem o que faz”, lamenta Albani.
Sendo assim, com a permanência no Baenão, os valores dos ingressos serão modificados. Ao invés de R$ 15,00 pela arquibancada e R$ 40,00 pela cadeira, o torcedor vai desembolsar R$ 20,00 e R$ 50,00, respectivamente. Ainda de acordo com a diretoria, com a saída do jogo do Mangueirão, o clube deixará de arrecadar cerca de 150 mil reais, tudo porque a carga máxima de ingressos permitida para o estádio Evandro Almeida é de apenas 12 mil.
(BOLA)
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