O técnico Givanildo Oliveira e seus jogadores podem achar o contrário, entretanto, os torcedores do Paysandu que compareceram ao estádio da Curuzu para acompanhar o segundo coletivo da semana não devem ter gostado do que viram. Um zero a zero sem graça entre titulares e reservas, com pouquíssimas chances de gols.
Mas, a desmotivação do torcedor começou desde a quarta-feira, quando em outro coletivo de baixo nível técnico os titulares perderam para os reservas por 2 a 0. “Ele cobrou um pouco em relação ao treinamento de ontem (quarta-feira), que não o agradou”, conta o lateral Régis, sobre a fraca exibição do time de cima. Porém, o jogador acredita que esses dois últimos coletivos do time não refletem uma queda de rendimento dos atletas, já que para o lateral, o treino com os reservas chega a ser até mais difícil que um adversário de competição. “O treinamento de hoje (ontem) foi basicamente um simulado de jogo. Sabemos que a equipe de baixo também está querendo o seu espaço, trazendo de repente até uma dificuldade maior que o próprio adversário”.
E o baixo índice de gols do Paysandu nas partidas, média de 1,25 por jogo, estão preocupando alguns jogadores alviazuis, pois com a virada de turno, as partidas tendem a ficar mais difíceis e com menos chances de gol. “Pode-se dizer que sim. Hoje (ontem) teve um coletivo muito truncado, a gente estava marcando muito, brigando muito dentro do campo e, às vezes, é muito difícil criar a oportunidade de gol”, exemplifica o zagueiro Fábio Sanches, dizendo que o time está trabalhando para que este quadro se reverta. “Ele (Givanildo) está até cobrando isso, para os atacantes criarem mais oportunidades, para os meias chegarem mais ao gol”, diz.
(BOLA)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar