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ESPORTE PARÁ

Paysandu não pode mais desperdiçar

Amanhã, às 18h, o Paysandu inicia a caminhada no segundo turno do Campeonato Brasileiro da Série C. O desejo da comissão técnica e jogadores é de que a competição recomeçasse do zero. Mas, como isso não é possível, o Papão precisa se reencontrar no tornei

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Amanhã, às 18h, o Paysandu inicia a caminhada no segundo turno do Campeonato Brasileiro da Série C. O desejo da comissão técnica e jogadores é de que a competição recomeçasse do zero. Mas, como isso não é possível, o Papão precisa se reencontrar no torneio e começar a conquistar pontos fora de casa, para compensar os pontos perdidos jogando em Belém.

O zagueiro Fábio Sanches faz um balanço negativo da equipe no turno que passou, mas agora é superar as dificuldades e pensar na vitória em qualquer terreno para chegar ao objetivo que é o acesso à Série B. “É verdade, foi pouco. A gente sabe que ficou devendo nos jogos dentro de casa. Mas, um time que tem o objetivo de buscar esse acesso, não pode ficar escolhendo entre vencer em casa ou vencer fora”, diz. “Sabemos que neste segundo turno temos que buscar pontos fora e vamos atrás disso para conseguir a classificação”, completa o jogador.

Já para o treinador Givanildo Oliveira, a matemática do acesso é simples: garantir a metade dos pontos da competição, vencendo todas em casa, e arrancar pontos fora. Mas como o comandante chegou ao clube há 15 dias, ele lamenta bastante o empate cedido ao Icasa (CE) na rodada passada, por isso tem que correr atrás dos três pontos contra o Luverdense (MT), em Lucas do Rio Verde. “A obrigação de ganhar em casa é grande, eu estou chorando aqui para vocês os dois pontos do jogo passado, estaríamos com 15 pontos agora e seríamos o terceiro colocado. Então, estou lamentando, mas existe o lance de conquistar pontos fora de casa, e agora é mais do que nunca”, conclui Giva.

Fabrício, por enquanto, é só boato...

Durante esta semana que passou, muito se especulou sobre contratações no Paysandu, de que até um meio-campista estaria prestes a ser contratado pelo Papão e de que também o meia Fabrício, que foi revelado pelo Papão em 2006 e estaria pedindo uma oportunidade para retomar a carreira, já que está parado em sua cidade natal, Tomé Açu, após ter sido dispensado pelo Boa Vista (RJ).

Mas, segundo o técnico Givanildo Oliveira, o possível retorno de Fabrício a Curuzu não passa de mera especulação. “É aquele lance, toda hora aparece. Como você mesmo disse, surgiu a conversa. Isso é muito vago para mim. Tem que dizer que: o presidente disse, ou o diretor disse que Fabrício vai ser contratado porque você (Givanildo) pediu. Não teve conversa nenhuma comigo sobre o Fabrício”, contra o treinador, dizendo que conhecem bem o atleta, já que foi com ele que o meio-campista subiu para o profissional do Paysandu.

“Eu conheço o Fabrício, ele assinou o primeiro contrato com o Paysandu comigo. Ele estava fazendo teste quando eu cheguei. Jogou comigo, porque começou a treinar bem e depois eu saí e ele ficou aí, em seguida foi vendido. Mas nesse momento, posso te dizer com certeza, que nenhum contato eu tive com Fabrício. Mas o lateral estamos procurando, com certeza”, admite o técnico.

(Diário do Pará)

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