Mais uma vez, jogando diante de seu torcedor, o Paysandu Sport Club inicia bem a partida, cria as oportunidades, sai na frente no placar, mas depois cai de produtividade e acaba sofrendo o gol de empate nos minutos finais do jogo, frustrando o torcedor. E com a segunda rodada do returno já concluída, o técnico Givanildo Oliveira considera o resultado de sábado contra o Guarany (CE) péssimo, devido a circunstancia pré-jogo e durante a partida.
“Avalio como um resultado ruim, até pela necessidade de ganhar, o momento pedia isso, embora com desfalques”, lamenta o treinador, completando. “Nós fizemos um primeiro tempo aceitável, posse de bola bem maior que o adversário, não correu sustos. o Dalton pouco foi usado e tivemos as chances com Rafael, uma com o Alex, cara a cara, e uma com Robinho. Quer dizer, dominamos o primeiro tempo todo”, analisa Givanildo.
Mas na etapa complementar as coisas começaram a desandar para o Papão. Vencendo por 1 a 0 e com as três modificações possíveis já realizadas antes dos 25 minutos, o centroavante Kiros sentiu uma contratura no músculo posterior da coxa direita. Sem condições de permanecer em campo, o jogador foi para o sacrifício e tentou fazer pelo menos número.
“Isso aconteceu num momento difícil. Mas já aconteceu de eu trocar duas (peças) no intervalo e segurar uma, normalmente eu seguro uma, principalmente quando tem jogadores que não vinham jogando, que não podiam aguentar o jogo. E dessa vez troquei (as três), terminamos perdendo o Kiros com 26 minutos. Então foram praticamente 20 minutos que ele ficou em campo sem poder fazer nada”, observa Giva, vendo a queda de produção de sua equipe e também o empate do adversário sem poder fazer mais nada. “E isso também fez com que o nosso time recuasse, é claro, você com menos um e o adversário perdendo, eles tinham que ir para cima”, finaliza.
(BOLA)
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