O valor não foi revelado, mas os jogadores do Paysandu receberam uma cota financeira pelo empate contra o Cuiabá. Apesar de não se comparar aos dois meses de salários atrasados, a diretoria vem tentando minimizar, dentro dos padrões do clube, os problemas ocasionados por alguns fatores em campo e extracampo, enumerada por ele a partir da paralisação da Série C por mais de 30 dias, devido o imbróglio envolvendo o Treze (PB) e Brasil de Pelotas (RS).
O último deles surgiu agora. O ex-jogador Arinelson conseguiu na justiça uma indenização de R$ 4,7 milhões, e, sem a manifestação oficial do departamento jurídico bicolor, o magistrado João Carlos Oliveira Martins, da 6ª vara do trabalho, lançou edital para leiloar a sede do Paysandu, avaliada em R$ 11,2 milhões de reais inicialmente. A data definida pela justiça foi dia 5 de novembro, cabendo ainda recurso por parte do clube.
O próprio diretor de futebol, ao tomar conhecimento sobre a causa, lamentou o fato e o enumerou como mais uma das dificuldades encontradas pela atual diretoria. “Pra você ver, ainda tem esse leilão. Precisamos muito desse apoio, ainda estamos lutando para que a juíza que cuida das nossas causas trabalhistas desbloqueie a nossa cota de patrocínio, estamos nos esforçando muito para que ela nos ajude, assim como o torcedor”, finaliza.
(Diário do Pará)
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