Enquanto o time luta dentro de campo para conseguir voltar á Série B, nos bastidores o departamento jurídico do Paysandu continua trabalhando para evitar a qualquer custo a perda da sede social do clube. O imbróglio já passou pelo primeiro capítulo, no último dia 5, quando o prédio, localizado no bairro de Nazaré, área nobre da capital, foi levado a leilão, avaliado inicialmente em R$ 11.2000,00, no entanto, a ausência de interessados foi a salvação bicolor.
O motivo da ação é uma dívida trabalhista com os ex-jogadores Arinelson e Jóbson. Sem perspectivas para quitar o débito, mas também sem o mínimo interesse em entregar o imóvel, que já tem nova data para o leilão, no próximo dia 21, no qual o sistema de arremate será a melhor oferta, especulou-se pleitear a justiça a suspensão do processo, dando como garantia os direitos federativos do lateral direito Yago Pikachu.
“Na verdade, isso foi uma ideia, não tem nada certo, mas realmente foi uma possibilidade levantada. No entanto, não concretizamos a opção, porque é uma coisa trabalhosa, precisa passar pela aprovação do conselho, ou seja, não é tão rápido para formalizarmos uma ideia importante como essa. Por enquanto estamos estudando a melhor forma de evitar, mas ainda não temos nenhuma decisão concreta”, explica o diretor jurídico do Paysandu, Hermon Pimentel.
Por enquanto, com a indefinição da defesa alvi-azul, a diretoria do clube segue reunindo, mas sem formalizar nenhuma proposta, que, segundo ele, poderá ser concretizada até as vésperas do novo leilão. “Temos até lá para tentar uma nova defesa. Dessa vez, o lance mínimo diminui e o que vale é a chamada melhor oferta. Estamos trabalhando firme para evitar a perda do imóvel”, encerra, Hermon, sem revelar quanto vale os direitos federativos do atleta.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar