Uma semana após o Paysandu conseguir seu maior feito dos últimos anos, conseguindo o acesso para a Série B do Campeonato Brasileiro, a imprensa nacional ainda repercute a volta aos melhores dias do Papão, pelo menos em 2013.
Mas se depender do presidente Luiz Omar Pinheiro, os bicolores não serão apenas uma nuvem passageira e voltaram para ficar. Em entrevista ao jornalista Luis Augusto Simon, do site Trivela, LOP garantiu o Papão na Série A em 2014 e revelou as dificuldades para o acesso.
“Agora, fica um ano na B e vai para a A. Não tenho medo de dizer isso, não. A Série B de 2013 vai ser parecida com a de 2012, quando todo mundo apostava no Vitória, Goiás e Atlético-PR. No ano que vem, vai ser Palmeiras, Sport, Atlético-GO e nós. São Caetano, e mais um ou outro pode sonhar, mas nós é que vamos lutar”, disse o mandatário máximo do clube.
Tendo possivelmente o Palmeiras como principal concorrente na ‘Segundona’ em 2013, Luiz Omar afirma que o Papão não pode ter medo do clube paulista. “Ah, vai ser bom, mas vai ser melhor em 2014. Não podemos ter medo de ninguém. Olha, o Paysandu voltar é ótimo para o futebol brasileiro. A gente teve média de 13 mil pessoas em campo. Paysandu não pode ficar atrás de quem leva 100 pessoas para o campo”, disparou.
Polêmico em suas declarações, o presidente bicolor ainda lamenta a partida contra o Macaé-RJ, disputada em Paragominas (PA) com um custo elevado, e destaca que não houve facilidades para o acesso do clube.“Foi nada(fácil). Ainda estamos pagando dívidas antigas, tivemos dinheiro de patrocínio bloqueado. Perdemos R$ 1 milhão por ter enfrentado o Macaé no interior do Pará em campo com 8 mil pessoas. Era jogo para o Mangueirão, mas a gente havia perdido mando de jogo. Mas agora, é trabalhar. Eu não sou candidato à reeleição, mas quem entrar vai dar conta”, garantiu.
A Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil, também foi assunto. LOP, como de praxe, não pensou duas vezes e ‘abriu o bocão’ contra a exclusão de Belém como uma das sedes para a principal competição de futebol do planeta. “Eu acho um crime lesa-pátria. Aqui tem futebol, tem rivalidade com o Remo, que vai se arrumar e reagir, tem torcida fanática, tem conquista. E o Mangueirão só precisava de uma reforma, como o Castelão. Mas preferiram fazer um elefante branco no Amazonas e outro no Mato Grosso”, concluiu.
(DOL com informações do Trivela)
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