Grande parte do elenco bicolor que conquistou o acesso para a Série B foi composto por jogadores veteranos, que vieram indicados por pelo menos um dos três técnicos que passaram pelo comando do clube no certame nacional. Agora, no aguardo de pagamentos e premiações, eles esperam receber seus salários, mas não escondem a vontade de permanecer nos quadros bicolores.
Entre eles está o atacante Kiros, artilheiro do time na Série C, com oito gols, emprestado somente para o Brasileirão, mas interessado em permanecer, mesmo diante de outras propostas. “A gente dá sempre prioridade para o time que está jogando, vai depender do Paysandu renovar ou não. Da minha parte eu quero ficar. Gostei daqui, me identifiquei com a torcida. Se eles me quiserem aqui eu fico com maior prazer”, garante o artilheiro.
Outro a manifestar sua vontade foi o meia Harison, que afirma conhecer todas as dificuldades do clube, mas que aguarda a solução mais viável para ambos, seja no Paysandu ou em outro lugar. “Eu entendo a situação. Sou um jogador que não faz apenas jogar, gosto de me informar sobre o que está acontecendo. Entendo que as dificuldades existem, mas é um novo desafio para o futuro presidente Vandick, seria uma boa oportunidade, mas onde eu jogar eu visto a camisa como minha segunda pele”, reitera.
A ideia de um novo presidente tem agradado muitos jogadores, no entanto, não há garantia de permanência, pelo menos oficialmente, para ninguém, inclusive o capitão Vanderson, amigo do futuro mandatário. “O Vandick é meu amigo, já passei o réveillon na cidade dele, o admiro muito. Se for do interesse dele, eu estou aqui, pronto para ajudar o Paysandu. Algumas pessoas me chamaram de velho, mas provei o contrário dentro de campo e sei do meu potencial como jogador”, completa.
>> Leia mais no Diário do Pará: Em 2013, atacante Kiros pensa em jogar a Série B
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