Quem deve desembarcar em Belém nas próximas horas é o empresário Marcos Neves, responsável pela transação financeira envolvendo o lateral direito Yago Pikachu, o grupo de investidores que representa e a diretoria do Paysandu. O anúncio de que 70% dos direitos federativos do atleta foram negociados, acabou gerando um imbróglio em torno do destino do atleta, que já adiantou ter preferência em permanecer na capital paraense para disputar a Série B.
Entre os assuntos, Neves deverá resolver também uma reivindicação do pai e procurador de Pikachu, Carlos Lisboa, que recentemente foi a público dizer em entrevista que o filho não recebeu compensação financeira alguma e, por direito, o atleta teria parte no negócio, fechado na casa dos R$ 700 mil. O pai do garoto pleiteia uma porcentagem em torno de 15%, que daria exatos R$ 105 mil, mas terá de negociar diretamente com o empresário e o presidente do Papão, Luiz Omar Pinheiro, responsável pela venda.
A missão principal de Marcos Neves é resolver a situação do atleta, que foi negociado, mas ainda não há documentação oficial por parte do clube, que, na figura de Luiz Omar, já havia avisado que os empresários interessados na compra adiantaram a quantia de R$ 200 mil, somente no chamado “acordo verbal”, e agora espera o restante do dinheiro para sacramentar a venda e pagar os compromissos com jogadores e funcionários.
(Diário do Pará)
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