plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 32°
cotação atual R$


home
ESPORTE PARÁ

Jogos do Parazão exigem saúde de ferro e preparo

Com a proximidade do início da temporada 2013 do futebol paraense, os olhares da torcida se voltam para as oito equipes participantes da competição, principalmente sobre as contratações que esses clubes realizam para reforçar seus elencos. Quanto ma

twitter Google News

Com a proximidade do início da temporada 2013 do futebol paraense, os olhares da torcida se voltam para as oito equipes participantes da competição, principalmente sobre as contratações que esses clubes realizam para reforçar seus elencos. Quanto mais jogadores o clube traz, maior se torna a expectativa do torcedor, que não atenta para um detalhe importante que pode fazer toda diferença no final: o condicionamento físico.

Não importa o quão talentoso seja um atleta, se ele não estiver bem condicionado, esse talento dificilmente vai aparecer. Exemplos não faltam na história do futebol. A seleção húngara dos anos 50, que chegou a fazer 100 gols em 25 jogos, já começava as partidas contra os adversários em vantagem por fazer um trabalho de aquecimento completo em seus jogadores antes da partida, prática incomum até então.

Mas afinal, quais os desafios em condicionar fisicamente uma equipe na nossa região e em tão pouco tempo de trabalho, sem esquecer de todas as peculiaridades enfrentadas com o clima da região? Será que a preparação deste ano vai ajudar a amenizar as célebres reclamações dos atletas quanto aos campos molhados, o calor excessivo e as frequentes contusões?

VERBA GARANTIDA

Divaldo Souza contou à reportagem que há mais de um ano conseguiu verba em torno de 1 milhão de reais, via projeto federal de Lei de Incentivo ao Esporte, para a construção de uma academia no Baenão. “Estou esperando o presidente (Sérgio Cabeça). Ficamos de reunir após o nosso primeiro jogo no campeonato (dia 15 de janeiro) para tratar do assunto”. Se tudo correr certo, dentro de seis meses, o Remo pode ter uma academia.

Reclamar de clima e campo virou rotina

Entre os jogadores, a reclamação a respeito da adaptação já virou rotina. “Essa reclamação do clima, dos campos pesados, é uma percepção muito mais de quem não é da região, quem vem do Sul e vem de um período mais seco, diferente do que temos aqui. Como, hoje, temos mais atletas oriundos de outras regiões é um problema que nos tem acompanhando desde o dia 3 de dezembro”, aponta o fisiologista Divaldo Souza. O lateral esquerdo Berg, um dos últimos a chegar e vindo do Rio Grande do Norte, diz que precisa de recuperação física. “Cheguei há pouco tempo, preciso pegar um pouco de gás. A gente corre e cansa muito nesses campos, mas preciso dessa condição física”.

Outro problema que os homens que cuidam da saúde dos atletas enfrentam são os resfriados. “É um problema sempre comum no início de ano. Estamos em uma época de chuva, treinando nessa época e alguns pegam resfriado. Mas, a gente consegue medicar e fazer o atleta treinar. Já estamos acostumados”, mostra Jorge Silva, médico do Remo. Tentando superar todos esses problemas, os preparadores e fisiologistas do Leão, programaram trabalhos neuromusculares ao longo da pré-temporada. “Começamos no domingo (hoje) a trabalhar na academia. Para tentar amenizar esses problemas, nós estamos fazendo trabalho neuromuscular muito forte, visando a força dinâmica”, explica Divaldo.

Estrutura bicolor é considerada boa

No intuito de preparar-se para o certame estadual, a diretoria do Paysandu elegeu o município de Barcarena o alvo de sua pré-temporada, na opinião da comissão técnica, uma boa escolha. “A estrutura é muito boa, as pessoas têm nos acolhido muito bem e toda estrutura que precisamos até então está sendo oferecida para o grupo”, disse o fisiologista Adriano Lima, confiante na proposta oferecida pela nova diretoria.

“Eu considero a estrutura do Paysandu de média para boa. O que falta ainda pelo que vi no projeto, antes de vir, está para ser adquirido no decorrer do campeonato, então acredito que a fisiologia vai se beneficiar muito com o novo projeto”, acrescenta, citando o Centro de Treinamento prometido para este ano, além de alguns equipamentos novos. “Compramos alguns equipamentos, como o reflotron, as fotocélulas, as plataformas de salto, jump test, coisas de praxe. A nova diretoria está realmente empenhada”, analisa Wellington Vero.

Entre os jogadores novos, dentro das propostas da nova diretoria, tanto a pré-temporada como o certame deverão ter um saldo final positivo. “Eu já joguei em clubes com boas estruturas, mas o Paysandu me surpreendeu. Nunca tinha jogado por aqui e vejo diretores que querem o clube grande, e estão contratando jogadores vitoriosos. É assim que a gente vence e espero tudo isso em 2013”, encerra o goleiro Zé Carlos.

>> Leia mais no Diário do Pará

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Esporte Pará

    Leia mais notícias de Esporte Pará. Clique aqui!