Certame estadual paraense é sempre assim: alguns gramados ruins, chuva, lama, jogo pesado e etc. No fim, não há como jogador de futebol profissional se manter alheio, blindado das consequências naturais do corpo. No elenco do Paysandu essa preocupação é constante e os últimos jogos serviram de parâmetro para jogador algum querer ficar de fora. O motivo? Concorrência.
Levando em consideração as últimas mudanças promovidas no time do técnico Lecheva, todas elas foram motivadas por lesões e os jogadores substitutos se tornaram titulares nas respectivas vagas. Exemplo? Quando o zagueiro Thiago Costa se machucou as vésperas do Re-Pa, o reserva imediato, Raul, assumiu o posto até agora com total apoio do técnico.
Já o meia Alex Gaibu saiu lesionado no jogo contra a Tuna, e imediatamente Djalma foi chamado e o jovem vem numa crescente admirável. Esses pequenos “detalhes” extra-campo, em um plantel de qualidade, como é o caso do Paysandu, qualquer adversidade não representa somente o afastamento provisório, mas uma ameaça sadia para a concorrência entre os atletas.
“Eu quero que o Eduardo Ramos se recupere. É um grande jogador e está numa grande fase. E eu vou procurando meu espaço. Quando saí da equipe foi numa fase boa, por contusão e o Djalma soube aproveitar, agora é prosseguir o trabalho. Não posso fazer mais do que eu estou fazendo. O certo é que todos ajudam da forma que podem”, justifica Alex Gaibu sobre o companheiro que está machucado no DM, mas nada que o impeça de prosseguir as várias brincadeiras entre eles.
“Eu tive uma lesão e o Djalma aproveitou (Risos), mas é uma competição sadia, importante para o professor, mostra que todo mundo está apto a jogar e o professor fica feliz com todos à disposição dele”, encerra.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar