O alerta do técnico voltado aos jogadores mais relaxados parece ter surtido efeito imediato. Também pudera. Os jogos do primeiro turno fornecem argumentos suficientes para embasar a tese do treinador. A primeira dupla de zaga do Parazão era composta por Diego Bispo e Thiago Costa, que acabou perdendo a vaga para Raul e agora volta quando o titular se contunde ou excede o limite de cartões.
No meio campo, Eduardo Ramos e Alex Gaibu pareciam fixos, mas a saída de Gaibu, por contusão, deu a Djalma uma chance única, e garoto correspondeu da melhor forma. O último foi Rafael Oliveira, afastado por dores na perna, e agora na reserva de Iarley. Será que alguém arriscaria uma saída prematura?
“O Lecheva está falando isso porque sabe do compromisso que nós temos com o clube e com o nosso torcedor. Então, não tem essa de tirar o pé, fazer corpo mole. Se formos campeões do 2º turno, já ganhamos automaticamente o campeonato”, opina Djalma.
“O time não pode vacilar na reta final até porque não existe nada ganho. Precisamos dar sequência e a equipe mostra isso com a evolução dos últimos jogos”, reitera Raul.
E para o técnico, muito enganado está quem acha retrógrada a condução na dança das cadeiras. “A medida que os jogos vão se afunilando e os adversários vão conhecendo mais a nossa equipe, você ter jogadores que te permita mudar a maneira de jogo, dificulta consideravelmente a marcação adversária e nos auxilia para optar por esquemas diferentes”, resume Lecheva.
(Diário do Pará)
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