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ESPORTE PARÁ

RE x FLA pode ser em Juiz de Fora (MG)

Na noite desta quinta-feira, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), encaminhou uma carta para o diretor de competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Virgílio Elísio, autorizando que o jogo da próxima quarta-feira, entre

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Na noite desta quinta-feira, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), encaminhou uma carta para o diretor de competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Virgílio Elísio, autorizando que o jogo da próxima quarta-feira, entre Clube do Remo e Flamengo, previsto inicialmente para o Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, seja disputado no Estádio Municipal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. O Rubro-Negro teria recebido uma proposta vantajosa para jogar na cidade mineira. A diretoria azulina está espantada com a mudança repentina, já que tinha tomado todas as providências para a capital carioca.

Em campo, o técnico Flávio Araújo realizou mais treino coletivo e tático na manhã de ontem. A movimentação serviu para aprimorar o setor defensivo e ofensivo do time, mas sobretudo, ainda dando foco para as variações táticas em sua equipe. Ele iniciou o trabalho no 3-5-2, mas em um segundo momento, o zagueiro Henrique deu vaga para o atacante Fábio Paulista e a equipe formou no 4-3-3, sistema já treinado por Flávio.

Acordo não cumprido vai bloquear cota

O Clube do Remo terá duas cotas de patrocínios bloqueadas a qualquer momento. Tudo porque, no último dia dois de abril, o juiz Cláudio Hernandes da Silva Lima deu despacho favorável à Rosângela da Silva Gomes, que moveu a ação do processo em que o Remo é réu. Segundo o documento publico no 8ª Vara Cível da Capital, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE-PA), o juiz pede a penhora dos valores referentes ao patrocínio do Supermercado Líder e do banco Banpará, no valor de R$ 136.711,27.

O processo se refere ao caso do garoto Igor Gomes da Costa, de oito anos, que morreu afogado na piscina da sede social do clube em 2004. Depois de sentença, as partes entraram em acordo no pagamento de 20 parcelas no valor de R$ 9,3 por mês. Entretanto, Rosângela Gomes, que é mãe de Igor, contou que há seis meses o Remo deixou de pagar. “Como começou a ter atraso, a gente (eu o advogado Marcos José dos Santos), mandamos o processo para o Tribunal novamente e o Remo teve que pagar multa”, conta.

Na última terça-feira, dia 9, o clube foi notificado de que acordo será feito agora em juízo. A mãe da vítima diz que não está mais aberta para novas negociações. Ronaldo Passarinho, ex-vice-presidente do departamento jurídico, foi enfático. “Desde que eu deixei o cargo, deixaram de pagar. Conversei com o presidente sobre isso e ele disse que irá resolver pessoalmente”. O presidente Sérgio Cabeça não foi localizado.

(Diário do Pará)

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