Charles Guerreiro não gostou nenhum pouco da paralisação do estadual. Para o treinador do Paragominas, a parada foi um “balde de água fria” . “Pra gente, esse retorno foi ótimo, porque vínhamos de uma boa campanha, como líder, o time embalado por uma grande vitória de virada em cima da Tuna e íamos enfrentá-los novamente. Sentimos muito essa quebra de ritmo, foi um bande de água fria nos jogadores, porque jogador não que ficar só treinando”, lembra Charles, conhecedor da causa, já que é ex-jogador profissional.
Em meio à chateação da suspensão, Charles colocou seus jogadores para correrem nas manhãs de sol em Paragominas. O objetivo está definido. “Sabemos que a Tuna tem aquele horário tradicional de jogar, pelas manhãs de domingo, quando o sol é muito forte, então passamos os trabalhos todos para as manhãs, já para acostumar com esse clima”, revela Guerreiro.
Outro ponto foi a recuperação física. A comissão técnica intensificou os treinos na academia e na caixa de areia. Bom para o lateral-direito Magno, que estava com uma lesão séria e já ficava de fora da escalação há mais de dois jogos. Deve ser novidade nas semifinais. “Agora, temos outra perspectiva para o campeonato e os jogadores voltam a ficar centrados. Isso que é muito bom”, avalia o comandante do PFC.
(Diário do Pará)
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