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Vanderson pode começar a final no banco de reserva

O que leva um jogador profissional a se manter equilibrado diante de uma decisão tão importante como uma final de campeonato? Alguns encontram forças, enquanto outros simplesmente esquecem a bola. No entanto, entre dúvidas e incertezas, a experiência de q

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O que leva um jogador profissional a se manter equilibrado diante de uma decisão tão importante como uma final de campeonato? Alguns encontram forças, enquanto outros simplesmente esquecem a bola. No entanto, entre dúvidas e incertezas, a experiência de quem acumula conquistas pode ser crucial no comportamento de qualquer equipe.

No Paysandu, o que não falta é experiência. Nomes com rodagem no futebol nacional e até mesmo internacional formam o grupo dirigido por Lecheva. Desta equipe, com ele jogaram juntos o atacante Iarley e o volante Vanderson, o maior detentor de títulos estaduais do plantel. Somando as passagens pelo Vitória (BA) e Paysandu, entre 2001 e 2010, o capitão sete títulos estaduais, com espaço para mais um.

“É sempre bom ser campeão. É uma recompensa por todo um trabalho no qual você se dedica. Eu gosto de jogar futebol, me sinto bem, com idade, e sempre que me sentir útil estarei aqui para ajudar”, dispara. O capitão, que tem a fama de polemizar diversos assuntos, já havia até mesmo revelado a vontade de enfrentar o maior rival somente para tirar a “forra” dos revezes seguidos na semifinal do segundo turno, mas pelo coração, acabou mudando a torcida de lado.

“Falando por mim, eu queria mesmo era enfrentar o Remo porque não engolia aquelas duas derrotas, com todo respeito a eles, mas o Paragominas é um bom adversário, e lá tem pessoas que sou amigo e tem o meu primo Ilaílson”, enumera, mas infelizmente ele não poderá enfrentar o parente, devido a lesão que afastou o volante do PFC pelos próximos meses.

Vanderson enxerga a final como um grande compromisso, mas que não pode atrapalhar a concentração dos companheiros com risco de desperdiçar meses de trabalho. “A gente sempre conversa com os mais novos, mostrando que precisa ter calma, que estamos na final e não há nada o que temer, temos que fazer o nosso trabalho”.

(Diário do Pará)

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