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ESPORTE PARÁ

Tony e Diego Ratinho não agradaram

A indústria cinematográfica premia todo ano os piores com o troféu Framboesa de Ouro. No futebol paraense, alguns ‘artistas’ também mereciam esse ‘agrado’. Vamos a eles! Na defesa, o arqueiro Dida não chegou a ser culpado pelo rebaixamento da Tuna Luso,

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A indústria cinematográfica premia todo ano os piores com o troféu Framboesa de Ouro. No futebol paraense, alguns ‘artistas’ também mereciam esse ‘agrado’. Vamos a eles!

Na defesa, o arqueiro Dida não chegou a ser culpado pelo rebaixamento da Tuna Luso, mas falhou em vários jogos que talvez tivessem ajudado a mudar a sorte do clube na competição. E aquele segundo gol do Paragominas nas semifinal da Taça Estado do Pará é uma jogada difícil de explicar.

Na zaga, o também cruzmaltino Darlan, especialista em dar penalidades para o adversário e sofrer expulsões, tem a companhia de Vítor, do Águia de Marabá, que protagonizou um dos únicos gols contras da competição e foi peça fundamental em algumas goleadas sofridas pelo seu time, como o 4 a 1 para a Tuna e o 5 a 3 para o Paragominas. Na lateral esquerda, o campeão Rodrigo Alvim do Paysandu, mais pelo cartaz e menos pela bola jogada, foi premiado como titular do time.

No meio campo, o volante azulino Tony, titular várias vezes tanto na cabeça de área como lateral, onde era igualmente pouco produtivo, tem a companhia de Lê, do Santa Cruz de Cuiarana. Lê foi titular nos quatro primeiros jogos, mas substituído em todas as partidas e dispensado em seguida por deficiência técnica.

O meia Diego Ratinho marcou tão negativamente que ninguém pediu sua volta ao time principal do Remo, mesmo quando todos os outros meias do time foram questionados. Já Ramon, tal qual Eduardo Ramos na outra seleção, foi unanimidade e recebeu todos os votos. Com multa rescisória de quatro milhões de reais e contrato de dois anos, o futebol apresentado foi muito pouco. O atleta passou a maior parte da competição lesionado e, quando jogava, parecia se esconder do jogo.

No ataque dos pesadelos, o rodado atacante Valdir Papel, ex-Vasco, Sport, entre outros, até fez seus golzinhos, mas pelo cartaz de goleador e salvador da pátria, a dispensa no segundo turno frustrou bastante. Acompanhando Papel, um empate técnico. Nenê Apeú da Tuna e Leleu, do Águia, receberam igual número de votos e fizeram igual número de gols – zero. E no caso da dupla, pelo segundo ano seguido – também não marcaram em 2012, quando ambos jogavam no Paysandu.

Como técnico, Samuel Cândido é imbatível. Em seis rodadas conquistou apenas um ponto e viu o ataque do seu time passar em brancas nuvens em todas as ocasiões. Ninguém teve um desempenho tão ruim em toda competição.

(Diário do Pará)

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