plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 22°
cotação atual R$


home
ESPORTE PARÁ

Ex-zagueiro se vira como pode para se sustentar

Resgatar o passado é uma arte sutil e engenhosa na qual poucos se dão o trabalho de fazer, principalmente no futebol paraense, onde o passado é esquecido ao invés de ser guardado com o carinho e respeito que merece. Um dos ícones desse passado é Doriney D

twitter Google News

Resgatar o passado é uma arte sutil e engenhosa na qual poucos se dão o trabalho de fazer, principalmente no futebol paraense, onde o passado é esquecido ao invés de ser guardado com o carinho e respeito que merece. Um dos ícones desse passado é Doriney Dos Santos Pereira, mais conhecido pelo apeilido de Ney Sorvetão, dado por conta do seu estilo de corte de cabelo, na época conhecido como sorvete. O apelido só caiu no conhecimento popular durante a sua passagem pelo Baenão, em 1994, quando as madeixas do zagueiro atingiram proporções maiores.

Três vezes vencedor do Troféu Camisa 13 como melhor zagueiro (1997, 1999, 2000), Ney vive hoje buscando manter a carreira de técnico e se virando como pode para sustentar a casa onde mora, no bairro da Cidade Nova, em Ananindeua.

O ex-zagueiro fala de como tem sido a vida depois da aposentadoria do futebol profissional, mostrando que mesmo para aqueles que deveriam ser lembrados, a vida não é fácil. “Depois que eu saí do futebol profissional comecei a treinar a garotada de base e até os profissionais no Abaeté, em 2010. Futebol está no sangue, é o que dizem”, afirma o jogador.

Para ganhar destaque no futebol, Ney precisou superar diversos obstáculos. “Eu tive que ir crescendo nisso, treinando escolinha, base até chegar ao profissional. Mas a verdade é que faltam oportunidades e eu me viro como posso. Gosto muito de futebol, mas tenho que sustentar a família, então eu vou trabalhando com os amigos para poder me virar”, revela Ney.

Sobre a situação em que o futebol paraense se encontra atualmente, Ney diz o que precisa mudar. “O Paysandu hoje está crescendo de novo, isso é muito bom. O remo infelizmente ainda está nessa situação aí muito diferente. Na minha época era algo mais bonito com mais títulos, claro que não dá para ganhar tudo, mas é isso que os dirigentes parecem não entender. As cabeças de hoje são as mesmas de ontem e isso prejudica o futebol. Hoje, cada temporada desmancha o elenco, quando antes os times montavam até três elencos, era um absurdo, mas pelo menos mantinha o grupo que dava certo. Hoje está muito difícil”, compara o ex-jogador.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Esporte Pará

    Leia mais notícias de Esporte Pará. Clique aqui!