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ESPORTE PARÁ

Diretoria remista consegue liberação de patrocínio

Desde a reformulação de sua diretoria, o Clube do Remo vem tentando exorcizar todas as energias negativas do clube. Depois de contratar os serviços de banho de Beth Cheirosinha, uma das vendedoras de ervas mais famosas da feira do Ver-o-Peso, e do tratame

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Desde a reformulação de sua diretoria, o Clube do Remo vem tentando exorcizar todas as energias negativas do clube. Depois de contratar os serviços de banho de Beth Cheirosinha, uma das vendedoras de ervas mais famosas da feira do Ver-o-Peso, e do tratamento veterinário do cachorro Sadam, ontem, através de uma atitude mais enérgica, a diretoria conseguiu deixar pra trás um problema que muitos acreditavam ser um dos principais chamativos para a “zica” dos fracassos: o pagamento dos funcionários do Baenão, que veio através do desbloqueio de uma cota de patrocínio e um acordo em juízo.

De quinta-feira até a manhã de ontem, a diretoria do Remo, juntamente com o departamento jurídico, conversou com Jorge Viera, juiz titular da 13º Vara Justiça do Trabalho, com o intuito de conseguir o desbloqueio da cota de patrocínio do Banpará, no valor de R$ 50 mil, para efetuar o pagamento dos salários. Diretores remistas precisaram provar para o juiz que o clube estava pagando os R$ 140 mil de acordo da Justiça do Trabalho. “Nós entramos com um pedido para que fosse liberado o patrocínio do Banpará porque o Remo vinha depositando os R$ 140 mil, mas teve um valor que foi feito em outra agência. Mostramos com documentos que o pagamento foi feito normalmente no dia 28 de maio. O juiz se convenceu e liberou”, narrou Pablo Coimbra, advogado remista.

Com os R$ 50 mil liberados, a diretoria completou com mais R$ 50 mil e iniciou o pagamento dos quatro meses de atraso dos funcionários que ganham até dois salários mínimos. A ação, inclusive, foi uma exigência do próprio juiz. “Falamos para o juiz que esse dinheiro seria destinado para o pagamento dos funcionários. Ele exigiu que apresentássemos, em juízo, os comprovantes de que esse dinheiro teve esse destino”, revelou Coimbra.

(Diário do Pará)

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