Investigada desde o final de julho pela diretoria do Remo, a transferência do lateral-direito Cicinho da Ponte Preta para o Santos pode, enfim, render frutos concretos ao clube a partir da próxima semana. Advogados contratados tentam comprovar na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que o lateral é cria das categorias de base azulina. Com isso, o Leão tem direto a receber 5% do valor pago à Ponte na transferência do atleta.
Para resolver o problema e ainda aliviar os cofres do clube, o próprio Zeca Pirão, presidente remista, viaja para São Paulo ainda esta semana. “O presidente pretende discutir a questão diretamente com os dirigentes do Santos. O Remo tem direito, sim”, garante o diretor de futebol, Thiago Passos. “Isso vai gerar para a gente algo em torno de R$ 450 mil”, completa Passos.
O Leão está seguindo o exemplo do rival Paysandu, que, há pouco tempo, conseguiu receber uma verba referente à venda do meia Paulo Henrique Ganso. O Papão conseguiu R$ 452 mil na transação do atleta, que saiu do Santos para o São Paulo.
(Diário do Pará)
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