Depois de ter o amistoso contra o Ananindeua adiado, a diretoria do Clube do Remo torcia para que a Prefeitura Municipal de Ipixuna do Pará pagasse a cota de contratação de amistoso, que a diretoria exige em contrato, até esta sexta-feira (20), para o jogo acontecer. Ontem, no início da tarde, veio o alívio, tanto para o elenco profissional, que poderá se movimentar, como para os cofres azulinos: os R$ 10 mil, dos 50% da cota, foram pagos.
O presidente do Clube do Remo, Zeca Pirão, faz questão de deixar claro que conseguir cumprir a agenda de jogos é fundamental para que a agremiação tenha recursos para pagar a folha salarial dos funcionários.
“É uma das formas que temos para pagar nossos empregados. Por isso é muito importante que esses amistosos aconteçam. Pedimos que a Polícia Militar tenha um pouco mais de compreensão com o nosso caso, aqui nos jogos no Baenão”, comentou Zeca Pirão, se referindo a pequena divergência entre a Polícia e o clube, na semana passada, quando, no primeiro amistoso contra o Time Negra, pedras foram arremessadas para dentro do Baenão e, por causa disso, o estádio foi barrado.
Porém, hoje, a PM fará a vistoria no local, para saber se o Remo poderá remarcar o embate contra o Ananindeua.
E MAIS CARROSSEL EM FOCO
O Conselho Deliberativo do Remo se reuniu na noite de ontem, em caráter extraordinário, para discutir o caso Carrossel. O clube ganhou 15 dias da Justiça do Trabalho para definir a situação da área. O presidente Zeca Pirão queria expor aos conselheiros que a melhor forma de resolver essa questão é vender o espaço, já que extrapolando os 15 dias a área pode ir a leilão.
Ao final da reunião, Zeca Pirão informou que, a partir de hoje, o Remo procura um comprador. “Não tem mais condições de ficar assim. Arrendar exige um monte de documentos e já tentamos. O meu pensamento é vender, porque, se for para leilão, pode ir pela metade do preço”, explicou.
(Diário do Pará)
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