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ESPORTE PARÁ

Bicolores têm que dar uma resposta à torcida

Sob o olhar de seu novo comandante - o técnico Vágner Benazzi assiste ao jogo na Curuzu -, o Paysandu busca, hoje, a partir das 21 horas, a sua reabilitação na Série B do Brasileiro. O Papão recebe a visita do Atlético-GO, em seu “caldeirão”, o estádio Le

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Sob o olhar de seu novo comandante - o técnico Vágner Benazzi assiste ao jogo na Curuzu -, o Paysandu busca, hoje, a partir das 21 horas, a sua reabilitação na Série B do Brasileiro. O Papão recebe a visita do Atlético-GO, em seu “caldeirão”, o estádio Leônidas Castro, pela 24ª rodada da competição. Os bicolores, que foram derrotados na rodada passada, fora de casa, pelo Paraná-PR (3 a 1), ocupam a vice-lanterna da Segundona, com 23 pontos. O visitante, com apenas um ponto a mais, é o 16º colocado, estando a um degrau da zona de “degola”. A vitória, portanto, é de vital importância para ambos os lados.

Embora tenha sido contratado para suceder Arturzinho na direção do time, Benazzi apenas acompanhará ao jogo do banco de reservas. Pela quarta vez na temporada, o time será orientado da beira do gramado pelo auxiliar-técnico Rogério Gameleira. O treinador interino faz três mudanças na formação que atuou em Curitiba. Apenas uma delas por opção técnica: o atacante Marcelo Nicácio no posto de Iarley. As demais acontecem na zaga e meio-campo, com Pablo e Alex Gaibu substituindo Leonardo e Eduardo Ramos, lesionado e suspenso, respectivamente.

Em termos táticos, Gameleira também muda a estrutura do Papão, que enfrentou o Paraná num sistema bastante cauteloso, o 4-5-1. Com a necessidade de vitória, o time entra em campo no tradicional 4-4-2. “Só os três pontos nos interessa, por isso temos de buscar o gol desde o começo da partida”, salienta Gameleira. Em que pese a equipe vir de duas derrotas seguidas - a outra diante do América-RN -, troca de treinador e suspeita de “grupinhos” dentro do elenco, os jogadores e Gameleira afirmam que o ambiente no clube é bom.

“Não há ‘panelinha’ no grupo. O problema é que os resultados não estão acontecendo, mas espero que isso tenha um fim contra o Atlético”, sonha o treinador. “Estamos tranquilos e conscientes de que só a vitória nos interessa”, ratifica o lateral Pikachu. Mesmo pensamento exposto por Aleílson. “Não existe pressão. O que há é a vontade de tirar o Paysandu dessa situação”, arremata.

(Diário do Pará)

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